sexta-feira, 24 de maio de 2013

Sonho Grande - Diego Martins - Acesso Digital

Endeavor Brasil

 

Ele nunca encarou o trabalho como algo ruim. Diego Martins, inconformado com a insatisfação das pessoas que trabalhavam em grandes empresas, sempre sonhou em criar o seu próprio negócio onde os funcionários seriam felizes no trabalho.


Seu sonho era criar uma empresa brasileira que estivesse à frente das americanas, com destaque na gestão de pessoas. Hoje, através de programas de engajamento e reconhecimento, Diego é o homem por trás de uma das melhores organizações para se trabalhar no país. Conheça seu #SonhoGrande.

Sonho Grande -Valério Dornelles - Tecno Logys

Inspirado nas brincadeiras de bloco de montar com seu filho, Valério Dornelles criou na Tecno Logys um sistema de construção de paredes que é referência no mercado brasileiro.

Para Valério, de nada vale lucrar muito se você não agrega valor algum para o mercado ou para as pessoas de uma organização. Conheça o seu #SonhoGrande.

"A chave está na aprendizagem", disse Abílio Diniz, em palestra durante o Congresso Global do Empreendedorismo (GEC)

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Forças Armadas iniciam operação em 16,8 mil quilômetros de fronteiras


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As Forças Armadas iniciaram na manhã do último sábado (18) a Operação Ágata 7 em toda extensão da fronteira brasileira com os dez países sul-americanos. Com o emprego de 25 mil militares e a participação de agentes das polícias federal, rodoviária federal, militar e de agências governamentais, esta edição é a maior mobilização realizada pelo governo brasileiro no combate aos ilícitos entre Oiapoque (AP) e Chuí (RS).
Antes de a operação ser deflagrada, o governo manteve contatos com os países vizinhos para o repasse de informações sobre o emprego do aparato militar. A Ágata integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF) sob a coordenação do Ministério da Defesa e comando do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA). A execução cabe à Marinha, ao Exército e à Força Aérea Brasileira (FAB).
Veja mais informações sobre a Operação Ágata 7.
Exército Brasileiro fechou toda a faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul

Brigada de Dourados disponibiliza 800 soldados numa faixa de 650 quilômetros de fronteira em MS. Operação conta com 150 viaturas entre veículos sobre rodas, blindados e caminhões

A Ágata 7 acontece às vésperas da Copa das Confederações, competição esportiva que será realizada em seis cidades-sede – Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.  Em função deste evento, o Ministério da Defesa optou por uma mobilização que envolvesse os 16.886 quilômetros de fronteira. Nas edições anteriores, as ações ocorreram em trechos da divisa do Brasil com os países sul-americanos.
Durante a mobilização, militares estarão atentos aos principais crimes transfronteiriços como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração e garimpo ilegais.
agata_interna05A operação foi instruída por meio do Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), criado por decreto da presidenta Dilma Rousseff, em junho de 2011. Atualmente, a Ágata conta com a participação de 12 ministérios e 20 agências governamentais, além de aglutinar instituições dos 11 estados da região de fronteira.
Forças Armadas

Como a operação se desenvolve ao longo de toda a fronteira terrestre, as tropas contarão com os centros montados nos Comandos Militares da Amazônia (CMA), em Manaus (AM); do Oeste (CMO), em Campo Grande (MS); e do Sul (CMS), em Porto Alegre (RS).  Nesses locais atuarão militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. No entanto, as três Forças utilizarão homens e equipamentos das Organizações Militares, além de poder contar com reforço de outras regiões.
A Marinha fará uso de navios patrulha fluvial, helicópteros UH-12, navios de assistência hospitalar e lanchas. Participam da operação destacamentos operacionais dos fuzileiros navais do Batalhão de Operações ribeirinhas, capitanias fluviais, agências fluviais e destacamentos fluviais.
O Exército empregará aeronaves, além de blindados e veículos leves para o transporte das tropas. A Força terrestre desenvolverá ações de bloqueios de rodovias montados em pontos estratégicos da fronteira brasileira.
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No caso específico da Força Aérea Brasileira (FAB), o centro de operação ficará no Comando Geral de Operações Aéreas (COMGAR), com sede em Brasília. Para tanto, a Aeronáutica tem à disposição os aviões Super Tucano (A-29), caças F 5EM, os aviões radares, os VANTs e helicópteros.
Os agentes governamentais, como as Polícias Federal e Rodoviária Federal, Receita Federal, bem como Anatel, Aneel, ANP, DNPM, ICMBio, Funai e Ibama, atuarão em conjunto em suas respectivas áreas.
Operação Ágata

Em quase dois anos, o Ministério da Defesa, por meio do EMCFA, já realizou seis edições da Operação Ágata. A faixa de fronteira situa-se 150 quilômetros a partir da divisa. Esse território compreende 27% do território nacional onde estão 710 municípios, sendo 122 cidades limítrofes e 588 não limítrofes.
agata_interna04A fronteira tem 16.886 quilômetros de extensão, sendo 7.363 quilômetros de linha seca e 9.523 quilômetros de rio, lagos e canais. São 23.415 quilômetros de rodovias federais. Os estados de fronteira são: Amapá, Pará, Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os países vizinhos são: Guiana Francesa, Guiana, Suriname, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Peru, Paraguai, Argentina e Uruguai.
Além do combate aos ilícitos, a Ágata contempla também Ações Cívico-Sociais (Acisos), que consistem em atividades como atendimento médico, odontológico e hospitalar aos locais onde concentram famílias carentes. De acordo com o balanço integrado, as seis edições da Ágata resultaram em 59.717 procedimentos, 18.304 atendimentos médicos e 29.482 odontológicos. Cerca de 9 mil pessoas foram vacinadas e distribuídos 195.241 medicamentos.
FONTEMinistério da Defesa/forte.jor

Brasil vai ajudar Haiti a formar novos engenheiros


foto internaO Brasil deverá ajudar o Haiti a formar engenheiros, capacitando-os a elaborar e executar projetos com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país caribenho. A oferta foi feita esta manhã pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, ao primeiro-ministro do Haiti, Laurent Salvador Lamothe, durante reunião na sede do Ministério da Defesa, em Brasília.
Segundo Amorim, o auxílio brasileiro compreenderá não somente o envio de professores e a estruturação do curso de formação de engenheiros, mas também a construção, em território haitiano, da estrutura física necessária para abrigar os alunos, além da aquisição dos equipamentos e do material que será utilizado nas aulas.
O curso deverá ser ministrado por docentes do corpo de engenheiros militares brasileiros. De acordo com Amorim, a ideia é formar cerca de 500 haitianos no Brasil e outros 1.000 no próprio Haiti. Esses profissionais sairão capacitados não somente nas habilidades específicas da profissão, mas também para lidar com ações de defesa civil e de resposta a catástrofes naturais, situações muito comuns na ilha caribenha.
A oferta brasileira foi bem recebida pelo representante haitiano. Lamothe afirmou que seu país está preparado para receber o apoio na formação profissional em engenharia. Ele lembrou que nos últimos três anos seu país sofreu três catástrofes naturais, incluindo o trágico terremoto de 2010, além de furacões.
Durante o encontro, ficou acertada a assinatura de um memorando de entendimento entre os dois países, cujos termos serão objeto de tratativas entre a diplomacia dos dois países. Em breve, o Brasil deverá enviar uma missão ao Haiti para discutir os detalhes da cooperação, que recebeu, segundo informou Amorim, o aval da presidenta Dilma Rousseff.
Nova etapa
FFB_1301A formação de engenheiros faz parte do conjunto de iniciativas que marcam uma nova etapa na cooperação do Brasil com o Haiti. Esse novo momento, como explicou o ministro brasileiro, deverá priorizar ações de caráter estruturante, que auxiliem o país caribenho a criar condições efetivas para seu desenvolvimento socioeconômico. “Iniciativas como essa fazem parte da herança que o Brasil quer deixar para Haiti”, disse Amorim.
O titular da Defesa afirmou que o Brasil não pretende retirar, de maneira irresponsável, suas tropas do país. Mas reiterou seu entendimento de que a permanência dos militares brasileiros não deve se perpetuar indefinidamente, criando o que ele chamou de uma “zona de conforto” para todos os envolvidos. “Queremos, progressivamente, deixar para o Haiti a responsabilidade por sua segurança e pela manutenção da lei e da ordem”, afirmou.
De acordo com o ministro da Defesa, parte dos recursos financeiros que serão investidos na formação de engenheiros haitianos deverá sair da economia resultante da desmobilização dos efetivos militares no país. O Brasil iniciou a redução de seu contingente, que deverá, em breve, voltar a ser de cerca de 1.200 homens, tamanho similar ao registrado antes do terremoto de 2010.
Amorim também citou como exemplos de ajuda de caráter estruturante, a possibilidade de o Brasil prestar apoio na formação da polícia nacional haitiana, e também tornar viável o financiamento para construção da hidrelétrica de Artibonite, no norte do país.
O ministro brasileiro citou tratativas em curso entre a Defesa, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com o objetivo de obtenção dos recursos para a construção da usina. O Brasil já investiu US$ 40 milhões no projeto da hidrelétrica, que foi elaborado pelo Exército Brasileiro.
Segundo Amorim, há conversas envolvendo companhias brasileiras que teriam interesse no empreendimento. “Precisamos agora achar a empresa que irá financiar e construir”, disse Amorim, acrescentando que a usina poderá resolver um sério problema estrutural que inviabiliza o desenvolvimento do Haiti: a falta de energia elétrica.
O primeiro-ministro haitiano manifestou concordância com a proposta relativa à usina e aceitou a sugestão de Amorim de receber, em seu país, uma breve e futura missão com empresários brasileiros.
Lamothe enfatizou como uma de suas principais preocupações a área de segurança. Ele pediu apoio para treinar e equipar uma força de ação rápida – corpo de elite militar capaz de atuar em eventuais situações de falha da polícia regular. Segundo o representante haitiano, essa força seria constituída por 600 homens.
Amorim se comprometeu a ajudar Lamothe, explicando que, no Brasil, a competência relativa à formação policial e à segurança pública, cabe, no nível federal, ao Ministério da Justiça. Ambos combinaram que a embaixada do Haiti enviará ao governo brasileiro um pedido formal que será objeto de análise pelo órgão competente com o intuito de tornar viável a iniciativa.
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Antes de dirigir-se à reunião, Lamothe e comitiva foram recebidos com honras militares pelo ministro brasileiro. Estiveram presentes ao encontro o comandante da Força Aérea, brigadeiro Juniti Saito; os chefes dos Estados-Maiores da Armada, almirante Eduardo Monteiro Lopes, e do Exército, general Joaquim Silva e Luna; além do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi, e do secretário-geral da Defesa, Ari Matos Cardoso.
FONTE: Ministério da Defesa/forte.jor

Governo corta 28 bilhões do orçamento e corte na Defesa chega a 3,67 bi


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Governo corta R$ 28 bi do orçamento e prevê superávit primário menor – Previsão de crescimento do PIB de 2013 foi mantida em 3,5% – No ano passado, bloqueio no orçamento foi de R$ 55 bilhões

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O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão anunciou nesta quarta-feira (21) o corte de R$ 28 bilhões em gastos no orçamento de 2013. Isso representa forte queda frente aos dois últimos anos: em 2011, o bloqueio de despesas anunciado inicialmente pela equipe econômica foi de R$ 50 bilhões, e, no ano passado, totalizou R$ 55 bilhões.
Por meio do decreto de reprogramação orçamentária, o governo também manteve em 3,5% a previsão de crescimento do PIB deste ano.
Nos últimos anos, os fortes bloqueios de gastos anunciados nos orçamentos tinham por objetivo cumprir a chamada meta cheia de “superávit primário”, que é a economia feita para pagar juros da dívida pública, fixada em 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Ou seja, sem os abatimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Em 2012, entretanto, a meta cheia de superávit primário, de R$ 139,8 bilhões, não foi cumprida, e o esforço fiscal anunciado no começo daquele ano serviu, basicamente, para evitar pressões maiores por gastos públicos no decorrer de 2012, como reajustes de servidores públicos e liberação de emendas parlamentares. No ano passado, com oabatimento de gastos do PAC, operação autorizada pelo Congresso Nacional, a economia para pagar juros ficou em R$ 104,5 bilhões.
Em 2013, porém, o governo federal anunciou que o esforço fiscal, assim como o valor do corte de gastos, também deverá ser menor. A previsão que consta em apresentação dos Ministérios da Fazenda e do Banco Central é que o esforço fiscal some 2,3% do PIB. Deste modo, haverá mais recursos no orçamento deste ano para gastos ou para desonerações tributárias – reduções de tributos para estimular a atividade econômica – estimadas em R$ 72,1 bilhõe
O Ministério da Fazenda tem informado que a política fiscal (das contas públicas) é anticíclica, ou seja, quando há necessidade de estimular a economia, o superávit primário recua. Ao mesmo tempo em que libera gastos públicos, ou mantém recursos na economia por meio de reduções de tributos, também pode haver impacto na inflação – para cima.
A meta fiscal de todo o setor público consolidado para o ano de 2013, fixada na Lei de Diretrizes Orçamentárias, é de R$ 155,9 bilhões. Deste valor total, porém, há uma autorização do Congresso Nacional para abater R$ 45 bilhões dos gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e mais R$ 20 bilhões em desonerações. leia mais...

Via: Forte.jor

Premiê quer dinamismo para substituir tropas no Haiti


Na semana passada, o ministro da Defesa, Celso Amorim, disse que seu país deseja ajudar o Haiti, mas "sem perpetuar" a presença de tropas brasileiras
Soldado brasileiro no Haiti
"É necessário trabalhar de forma mais dinâmica. Com a cooperação bilateral, acreditamos que poderemos ser mais dinâmicos e, no dia que as tropas se retirarem, estaremos 100% preparados", disse LamotheLee Celano/Getty Images
Brasília - O primeiro-ministro do Haiti, Laurent Lamothe, afirmou nesta terça-feira em uma visita a Brasília que seu país precisa ser "mais dinâmico" na formação de policiais que serão destinados a substituir as tropas internacionais.

"É necessário trabalhar de forma mais dinâmica. Com a cooperação bilateral, acreditamos que poderemos ser mais dinâmicos e, no dia que as tropas se retirarem, estaremos 100% preparados", disse Lamothe em entrevista coletiva junto com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.
Lamothe declarou ainda que o país pode cumprir o calendário de retirada da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), que prevê que as tropas saíam em 2016 e sejam substituídas por policiais.
Na semana passada, o ministro da Defesa, Celso Amorim, disse que seu país deseja ajudar o Haiti, mas "sem perpetuar" a presença de tropas brasileiras.

O Brasil tem a chefia militar da Minustah e é o país com maior número de soldados no Haiti, que aumentou até 2,3 mil em janeiro de 2010 após o terremoto que deixou 300 mil mortos e 1,5 milhões de afetados.
À margem da questão da Minustah, os governos dos dois países assinaram hoje uma carta de intenções para estreitar a cooperação em trabalhos humanitários para a recuperação de pequenos agricultores no país caribenho.
Também assinaram um memorando de intenções para colaborar na formação de diplomatas e um acordo de caráter comercial para aumentar os contatos entre as respectivas agências de promoção de exportações e investimentos.
Lamothe se dirigiu depois a São Paulo, onde deve encontrar-se com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e concluirá sua visita no Rio de Janeiro, onde permanecerá até sábado.

Fonte: EXAME/montedo

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Saiba quem é o verdadeiro Fernando Augusto e o que ele fez antes de chegar a Telexfree


  


          Informações Profissionais


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   Fernando Augusto, nasceu em novembro de 1981, na cidade Maravilhosa do Rio de Janeiro, teve uma infância normal em um bairro residencial, e descobriu ainda muito jovem que amava a tecnologia e o computador.

   Aos doze anos teve o primeiro contato com o computador na casa de seu tio e já foi fascinado por aquele novo mundo que se apresentava a ser completamente desvendado. Assim, traçou o seu objetivo de vida – desvendar os segredos do computador.

   É casado há cinco anos com sua amada Pâmela, com quem está junto há mais de dez anos e juntos, este casal começou uma incrível jornada de sucesso, tanto na vida pessoal como em seus negócios e finanças.

   Empreendedor nato, Fernando Augusto, iniciou aos 20 anos uma intensiva participação em Treinamentos, Wokshops, Congressos  e Eventos de Empreendedorismo com o objetivo de se tornar um bem sucedido empresário.

   Com isso descobriu que através da internet poderia montar um verdadeiro império online e se dedicou dia e noite, sacrificando seus momentos de lazer em prol de seu crescimento profissional.

    Assim, estudou, se aperfeiçoou e em julho de 2009 lançou seu primeiro infoproduto – o Renda Agora. Um e-book completo sobre o e-commerce, sua primeira experiência de negócios online. Em poucos dias viu sua conta bancária receber inúmeras transações e depósitos.
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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Ministério da Defesa iniciará movimentação de tropas para Ágata 7


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O Ministério da Defesa e as Forças Armadas iniciam nos próximos dias a movimentação de tropas para a megaoperação Ágata Brasil –  sétima edição a Operação Ágata. A mobilização deve envolver cerca de 25 mil militares do Exército, Aeronáutica e Marinha, além de órgãos federais e estaduais de apoio. Nessa edição, os contingentes atuarão simultaneamente nas três grandes áreas de fronteira – norte, oeste e sul, numa extensão de mais de 16 mil quilômetros.
Os detalhes da operação ainda são sigilosos. Ao ser questionado ontem sobre o início da megaoperação, o responsável pelo Comando Militar do Oeste (CMO), general de exército João Francisco Ferreira, limitou-se a dizer “em breve”.
Mas fontes ouvidas pelo Correio do Estado dão conta de que na próxima semana militares já estejam ocupando áreas estratégicas com barreiras e pontos de bloqueios em trechos sensíveis de rodovias e vicinais, apoiados por unidades da Marinha em ações fluviais como  patrulhamento ao longo da calha dos rios além de ações da FAB para fiscalização contra voos clandestinos.
Além das Forças Armadas, a Operação Ágata Brasil terá o envolvimento da Receita, Defesa Civil, polícias Rodoviária Federal, Federal, Militar e Civil , Anvisa, Ibama e Iagro.
FONTECorreio do Estado (edição e adaptação do Forças Terrestres)

Brasil deve ajudar Haiti sem perpetuar presença no país, diz Amorim


O ministro da Defesa, Celso Amorim, disse hoje que o Brasil deve continuar a contribuir com a estabilização do Haiti, mas não pode perpetuar sua presença no país sob pena de criar uma “zona de conforto que não interessa a ninguém”.
A manifestação do titular da Defesa ocorreu durante reunião nesta manhã, na sede do Ministério, com o representante especial interino da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Haiti, Nigel Fisher.
No encontro, Amorim falou sobre a redução gradual das tropas brasileiras que integram a missão de estabilização do país caribenho. Segundo o ministro, o Brasil já iniciou o processo de retirada de parte do contingente brasileiro, que deverá voltar a ter, em breve, cerca de 1.200 militares, número semelhante ao do período pré-terremoto (janeiro de 2010).
Ressalvando o compromisso do Brasil com a reconstrução da nação caribenha, Amorim afirmou, em resposta ao representante da ONU, que não convém ao Haiti a ideia de perpetuação da permanência de tropas militares na ilha. “Queremos que a situação melhore para que possamos sair”, disse. “E também que nossa permanência lá contribua para melhorar o país”.
Nigel Fisher apresentou ao ministro as linhas gerais do plano da ONU para consolidar a estabilização no Haiti. Segundo ele, o plano é dividido em quatro grandes eixos, entre os quais o fortalecimento da Polícia Nacional e do sistema judicial haitianos, além de ações de estímulo ao diálogo entre as diferentes forças políticas da nação.
Fisher lembrou da importância das eleições legislativas que ocorrerão este ano no Haiti para escolha de parte do Senado, e afirmou que a intenção do governo é ampliar para 15 mil homens o contingente da Polícia Nacional até 2016, melhorando a distribuição das forças de segurança no território do país. Ele disse ainda que a ideia é manter o atual contingente policial da ONU, e reduzir, em cerca de 50% nos próximos três anos, o contingente de tropas militares na ilha, hoje fixado em 6.300 homens.
Falta apoio da comunidade internacional
haiti_nigelO representante da ONU ressaltou, durante o encontro, a contribuição decisiva do Brasil para a estabilização do Haiti. Ele também afirmou que a missão da Organização no país começa a mudar de foco, centrando-se com mais prioridade em aspectos ligados ao desenvolvimento da nação.
Amorim felicitou Fisher pela iniciativa e mostrou concordância com as preocupações de mudança de rumos da missão. Na avaliação do ministro brasileiro, o esforço da ONU deve mesmo concentrar-se em iniciativas que criem condições para o real desenvolvimento socioeconômico dos haitianos.
O ministro da Defesa criticou o que chamou de falta de empenho da comunidade internacional para tornar viáveis projetos estruturantes no país. Ele citou como exemplo o caso da hidrelétrica de Artibonite, projeto desenvolvido pelo Exército que recebeu cerca de US$ 40 milhões do governo brasileiro, e que pode desatar um dos mais complicados nós para o desenvolvimento do país: a falta de energia elétrica.
De acordo com Amorim, apesar do significativo aporte feito pelo Brasil, a hidrelétrica até agora não saiu do papel por falta de apoio de outros países e de organismos internacionais de fomento e redução da pobreza, a exemplo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) ou do Banco Mundial.
Amorim e Fisher também conversaram, durante a reunião, sobre a situação política no Haiti, cujas eleições presidenciais estão marcadas para 2015. O ministro fez menção à possibilidade de auxílio do Brasil em áreas como justiça eleitoral, segurança e defesa. Ele lembrou a disposição do governo brasileiro de formar engenheiros militares haitianos com especialização em defesa civil. Mas esse apoio, disse Amorim, requer a demonstração de interesse dos haitianos em obter o conhecimento.
FONTE: Ministério da Defesa/forte.jor