quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Concluída a entrega dos 12 helicópteros Mi-35M para a Força Aérea Brasileira

Mil Mi-35FAB

OS TRÊS ÚLTIMOS HELICÓPTEROS CHEGARAM AO BRASIL TRANPORTADOS POR UM CARGUEIRO AN-124

A Rosoboronexport, empresa estatal russa responsável pelas vendas de equipamento militar ao exterior, realizou a entrega dos últimos três helicópteros Mi-35M à Força Aérea Brasileira (FAB), concluindo, assim, o contrato assinado para a compra de 12 helicópteros deste modelo.
mi-35m
“No dia 26 de novembro, um cargueiro An-124 transportou ao Brasil o lote final de três Mi-35M para a Força Aérea Brasileira. O primeiro lote de 12 aeronaves foi entregue à FAB em abril de 2010”, lê-se no comunicado divulgado pela Interfax-AVN.



O Mi-35M é um helicóptero de combate equipado com armamentos de precisão, capaz de realizar operações noturnas. O modelo é utilizado pela Força Aérea da Rússia, dos países da CEI (Comunidade dos Estados Independentes) e também de várias nações da Europa, Ásia, África e América Latina.
Mi-35 2


FONTE: Gazeta Russa/forte.jor

Aviões-robô buscam o mercado civil

BROESP10: ESTADO-ECONOMIA-PÁGINAS  [BR] ... 13/05/13

FABRICANTES BRASILEIROS DE VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS ESPERAM REGULAMENTAÇÃO DA ANAC PARA PODER VENDÊ-LOS PARA USO COMERCIAL E GARANTIR SUA SOBREVIVÊNCIA

Por Camilo Rocha

SÃO PAULO – Eles são aviões ou helicópteros sem piloto e com computador de bordo. Vêm em vários tamanhos e pesos. São ideais para serviços monótonos, perigosos ou caros demais quando realizados por humanos. Podem ser chamados de drones – termo difundido no exterior – ou pelo nome usado no Brasil: vant (veículo aéreo não tripulado).

No noticiário, os drones ou vants aparecem quase sempre em um contexto bélico, como os que são usados em missões americanas no Paquistão e Afeganistão. No Brasil, drones já fazem parte de operações da polícia e das Forças Armadas.

Mas agora cresce o número de vants que podem ser aplicados em atividades civis como resgate, agricultura, mineração, construção civil, energia e segurança. O potencial é imenso. Um estudo britânico calcula que, em quatro anos, os equipamentos devem criar um mercado de US$ 400 bilhões. Não à toa, novas empresas de tecnologia já têm projetos na área.

Alguns são pequenos como um inseto e cabem na palma da mão. Modelos maiores podem chegar a 25 quilos (na área militar, há vants do tamanho de um avião pequeno).

No Brasil, existem 12 fabricantes. Muitos deles fornecem equipamento para as Forças Armadas e a polícia. Grande parte quer expandir as vendas para clientes civis, mas esbarra em um entrave: a falta de regulamentação para o uso comercial por parte da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
BROESP10: ESTADO-ECONOMIA-PÁGINAS  [BR] ... 13/05/13

Fonte > aereo.jor.br

revista Forças de Defesa 12ª edição

Fordefesa 12 - CAPA 580px

Saiu a Revista Forças de Defesa 12ª edição, com 120 páginas! a versão impressa está disponível para compra pela Internet e nos próximos dias também nas melhores bancas do Brasil, por apenas R$ 20,00. Lembramos que o envio pelos correios já está incluído no preço, mas solicitamos que o comprador informe os dados postais com exatidão para que não ocorram problemas no recebimento dos exemplares.


A 12ª edição traz um balanço da Euronaval 2014, com imagens dos navios e tecnologias apresentadas e as notícias de maior destaque.
Este número traz também matéria especial sobre o KC-390, novo avião cargueiro da Embraer, com muitas fotos e desenhos detalhados, além de informações inéditas.
Outra matéria importante é a que aborda os sistemas de defesa de aeronaves contra mísseis guiados por infravermelho, também com informações nunca antes publicadas em revistas brasileiras.
A revista também tem, além dos artigos dos nossos brilhantes colunistas, duas reportagens de correspondentes estrangeiros, uma sobre os helicópteros Super Puma espanhóis no Afeganistão e outra sobre os carros de combate Leopard 2A6 do Exército Português.
Para completar a excelência desta edição, Sérgio Santana mostra a história e o funcionamento da autoridade responsável pelas tropas de elite militares francesas.
Reserve já o seu exemplar antes que acabe!
Fordefesa 12  - Expediente 6-7
Fordefesa 12  - Euronaval 24-25
Fordefesa 12  KC-390 - 36-37
Fordefesa 12  KC-390 - 54-55
Fordefesa 12  Defesa contra mísseis - 62-63
Fordefesa 12  Helisaf - 90-91
Fordefesa 12  Leopards Portugal - 108 e 109
Fordefesa 12  COE - 116 e 117

domingo, 14 de dezembro de 2014

ODT assina contrato para atualização e continuidade de testes de avaliação do Sistema MSS 1.2 AC


Atirador MSS 1_2

LOTE-PILOTO FORNECIDO AO EXÉRCITO E À MARINHA SERÁ AVALIADO EM 2015

A Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT), através da sua subsidiária Mectron, de São José dos Campos, assinou com o CTEx – Centro Tecnológico do Exército Brasileiro um novo contrato que dá continuidade aos ensaios de avaliação do lote-piloto do Sistema de Armas Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2 AC produzido pela empresa e entregue, no decorrer de 2013 e 2014, ao Exército Brasileiro e também ao Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil.
Esse contrato prevê o desenvolvimento de um giroscópio (dispositivo usado para indicar as mudanças de rolamento do míssil) com novos requisitos técnicos, bem como sua fabricação e atualização nos mísseis já entregues a serem usados no processo de avaliação. Prevista para ser finalizada em 2015, esta avaliação consiste de uma série de ensaios e testes de caráter técnico e operacional, incluindo em sua parte final lançamentos de vários mísseis contra alvos. A grande maioria dos testes é realizada no Campo de Provas da Restinga da Marambaia/RJ.
Simulador MSS (2)


Fonte > CDN / forte.jor

Exército Brasileiro assina contrato com Avibras para produção de 20 viaturas MK6


Astros 2020
Brasília – Em cerimônia na Diretoria de Material do Comando Logístico do Exército, foi assinado um novo contrato entre a AVIBRAS e o Exército Brasileiro para a produção de vinte viaturas MK6. Esse é mais um passo do Projeto Estratégico ASTROS 2020, conduzido pelo Comando do Exército. A aquisição está dividida em duas partes, sendo a primeira composta de 12 unidades: cinco Lançadoras Múltiplas Universais, cinco Municiadoras, uma Meteorológica e uma Posto de Comando e Controle de Bateria; já a segunda parte será integrada por três Oficinas Veiculares e Eletrônicas, três Meteorológicas e duas Unidades Controladoras de Fogo.
No ato da assinatura, realizado pelo Ordenador de Despesas do Comando Logístico, Coronel João Wayner da Costa Ribas, e pelo procurador da AVIBRAS, Senhor José de Sá, estiveram presentes o Comandante do Exército, General de Exército Enzo Martins Peri; o Comandante Logístico, General de Exército Marco Antônio de Farias, oficiais generais daquele grande comando; o gerente do projeto ASTROS 2020, General de Brigada José Júlio Dias Barreto e o presidente da AVIBRAS, Sami Youssef Hassuani.
Fonte > Agencia verde oliva/Forte.jor

sábado, 13 de dezembro de 2014

Comandante da Marinha: Comissão da Verdade 'cumpriu o papel dela'.

Almirante Moura Neto afirma que assunto não foi tratado com a presidente durante inauguração em Itaguaí

Comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto, ao lado de Dilma - Gabriel de Paiva / Agência O Globo
HENRIQUE GOMES BATISTA
ITAGUAÍ (RJ) - No primeiro evento a reunir a presidente Dilma Rousseff e os ministros militares depois da divulgação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade, o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, disse que a CNV “cumpriu o papel dela”, mas destacou que nem ele nem o governo se debruçaram sobre seu conteúdo ainda. O documento responsabiliza uma série de militares pelos crimes cometidos durante a ditadura.
— A Comissão Nacional da Verdade cumpriu o papel dela. Fez o relatório sobre o qual nós não tivemos a oportunidade de nos debruçar. Então não podemos analisar o que foi escrito — disse o almirante, na terceira vez em que foi perguntado sobre as conclusões da CNV. — A presidente disse que ia ser debruçar sobre o relatório, e estamos esperando isso.
Dilma e os ministros militares foram nesta sexta-feira a Itaguaí para inaugurar o prédio principal do estaleiro de submarinos convencionais e nucleares que a Marinha e a Odebrecht constroem no Rio de Janeiro.
No local, a presidente se encontrou com o ministro da Defesa, Celso Amorim, com os comandantes das três Forças Armadas, com o governador Luiz Fernando Pezão e com Marcelo Odebrecht, presidente da empresa que leva seu sobrenome e que é investigada pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato.

Em seu discurso, Dilma não fez qualquer menção à Comissão da Verdade. Elogiou o prédio e afirmou que cada centavo dos R$ 28 bilhões investidos no programa de submarinos é fundamental para soberania do país e a luta por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.
— Em um futuro cada vez mais próximo, a força naval brasileira poderá escrever mais um feito em sua história: ter contribuído decididamente para que nosso país integre um seleto grupo de cinco países integrantes do Conselho de Segurança das Nações Unidas que dominam a tecnologia de construção de submarinos com propulsão nuclear — destacou a presidente, reafirmando seu compromisso com este programa para os próximos quatro anos.

O projeto de submarinos do Brasil prevê a construção de equipamentos convencionais e com propulsão nuclear. Os primeiros submarinos convencionais estão previstos para 2017. Os nucleares, para 2023.
Leia mais.

Fonte >O Globo/montedo.com

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

28, 86%: devido aos militares, mais um grande passo para o pagamento!

Fac-símile do adendo do Deputado Izalci
Segundo informa a Guerreira Kelma Costa, o deputado Izalci Lucas (PSDB/DF) conseguiu incluir no relatório preliminar do PL 13/2014 - que fixa as despesas da União para o ano de 2015 - adendo que prevê o pagamento da diferença de 28,86% devida aos militares a partir do posto de capitão, por conta de aumento diferenciado concedido aos generais e oficiais superiores durante o governo Itamar Franco.  
Tanto o STF, em 2010 como a AGU, em 2011, já reconheceram a legitimidade do direito dos militares à difrença, O total a ser desembolsado fica perto dos R$5,9 bilhões. Reconhecendo a dificuldade de obter a aprovação do pagamento do montante total para o próximo ano, o objetivo do deputado é garantir a liberação dos valores relativos à primeira parcela da dívida.
Aqui, você confere tudo o que já foi publicado no blog sobre o assunto.


A voz da Tropa - 28% Dep Izalci consegue aprovar o relatório preliminar



Fonte Montedo

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Quem são eles? nossos heróis exemplos de amor à nossa Pátria

ENTREVISTA COM O TENENTE SÍRIO – ESCRITOR DE “LONGA JORNADA”
Apresentação: Sirio Sebastião Fröhlich, natural de Santa Cruz do Sul-RS, é 1º Tenente do Exército, formado na Escola de Sargentos das Armas, em 1987. Em mais de 30 anos de serviço dedicados ao Exército, foi agraciado com as Medalhas da Vitória, Militar de Ouro, do Pacificador e Sargento Max Wolff Filho, entre outras. Atualmente, serve em Brasília-DF.

Ten SirioEBlog: Como surgiu o interesse de escrever sobre a II Guerra Mundial?
Ten Sírio: O meu interesse surgiu da observação. Em 2009, durante um desfile cívico-militar, em Santa Maria-RS, ouvi dois adolescentes, ao verem os veteranos da Força Expedicionária Brasileira conduzindo a Bandeira do Brasil, indagarem quem eram “aqueles velhinhos” e o que haviam feito para estarem ali. Além disso, meu filho, como muitos adolescentes, era fascinado pelo tema, sobretudo por jogos de guerra. Como a II Guerra é um assunto pouco conhecido da maioria dos brasileiros, surgiu a ideia de deixar os protagonistas contarem as suas histórias, que têm como pano de fundo a História Mundial e do Brasil.

EBlog: Qual a proposta da publicação “Longa Jornada”?
Ten Sírio: A proposta era apresentar os pracinhas ao público jovem, em textos simples, sucintos e ilustrados. Era mostrar que eles deram parte de suas vidas (quando não a própria) pelo ideal de paz e liberdade. Era contar histórias que comprovam que todas as pessoas, por mais simples e humildes que sejam, podem superar situações totalmente adversas e se tornarem cidadãos exemplares, e mostrar que esse exemplo poderia – e deve – ser um referencial em termos de dedicação e amor pelo Brasil.

EBlog: O que destacaria deste trabalho?
Ten Sírio: Temos excelentes obras sobre a participação brasileira, dentre as quais “Memórias” e “A FEB pelo seu Comandante”. Nelas o Mar. Mascarenhas de Moraes descreve a FEB e relata a experiência do Comandante. Há outras, de comandantes de pelotões, que narram o dia a dia em combate. Também há obras escritas por correspondentes de guerra, historiadores e pracinhas; todas enfatizam o valor combativo e humano dos brasileiros. Voltando à pergunta, eu destaco a leveza com que os pracinhas narram o dia a dia, desde a convocação até o retorno, passando pelo horror da guerra. Eles conseguiram simplificar um tema complexo como a guerra. Eu não defino este trabalho como um livro de História; para mim é um livro de histórias que complementa a História.

Capa do livro (Imagem: Segunda Guerra.Net)
EBlog: Na referida obra, o senhor faz uma referência à população civil: “o maior número de vítimas não usa farda”. O que o sensibilizou nessa questão?
Ten Sírio: Quando escrevi “Longa Jornada”, me baseei em depoimentos de pracinhas e em dados históricos: milhões de civis morrerem durante o bombardeio de cidades e centenas de milhares tiveram de abandonar suas casas e se refugiar no campo. Contudo, depois que estive na Itália, conversando com italianos que eram jovens e crianças durante a guerra, fiquei ainda mais convicto, pois além dos mutilados, a guerra faz vítimas que, apesar de não apresentarem qualquer dano físico, guardam traumas que atormentam a vida dessas pessoas. Exemplos pessoais, como o de uma italiana que só superou a fobia por cães há pouco, pois eles faziam-na recordar das fugas pelos bosques, perseguida pelos alemães e seus cães pastores. Outra mencionou os fogos de artifício. Para a maioria das pessoas, eles que externam a alegria; para ela, representam angústia e más recordações.

EBlog: O Sr prossegue nas pesquisas e registros?
Ten Sírio: Sim. O tema e apaixonante e inesgotável. “Longa Jornada” teve uma repercussão muita além da esperada, principalmente junto ao público-alvo. Como é um trabalho que focou nos pracinhas gaúchos, me senti estimulado a viajar a MG, RJ e SP em busca de novas histórias, totalizando 50 depoimentos. A essência desses depoimentos é semelhante, mas cada um viveu e sentiu a guerra de modo diferente. Assim, cada pracinha tem uma história única e; é uma pena não ser possível ouvir todas. Entre as entrevistas estão os das enfermeiras Carlota Mello e Virgínia Portocarrero, que permitiram traçar um belo perfil da participação feminina na FEB. Além disso, tive a oportunidade de entrevistar, nos caminhos da FEB na Itália, vários italianos que tiveram contato com os brasileiros durante a guerra. Todas essas histórias foram reunidas em “Vozes da Guerra” (título provisório), com previsão de lançamento para 2015, pela Bibliex.

EBlog: Qual o maior legado da FEB?
Ten Sírio: A paz! Só há paz onde há liberdade. Após entrevistar pracinhas e italianos isso ficou ainda mais evidente. A FEB deixou outros legados, como a modernização do Exército e a democratização do Brasil, decorrentes da participação brasileira na guerra junto às Forças Aliadas. Contudo, o legado de liberdade deixado para a humanidade supera qualquer outro. Na Toscana e na Emilia Romana, na Itália, os pracinhas são admirados e conhecidos como libertadores, pois devolveram a premissa da paz à população.

EBlog: O Sr gostaria de acrescentar algo?
Ten Sírio: Sim, no sentido de que os brasileiros e brasileiras que participaram da 2ª Guerra Mundial são merecedores do nosso mais profundo respeito e admiração pela abnegação que tiveram na luta pela liberdade e pela democracia e deveriam ser fonte de inspiração, pois continuam dando exemplos de amor à nossa Pátria.

Fonte > EBlog/montedo.com

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

TCU quer transferir para o Exército obras de rodovia no Amapá..

BR 156: TCU PROPÕE TRANSFERÊNCIA DAS OBRAS PARA O EXÉRCITO

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Amapá 247
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) reuniu com o secretário de Controle Externo Tribunal de Contas da União (TCU) no Amapá, Edilson de Almeida, e auditores fiscais, na última semana, para tratar sobre a situação das emendas alocadas pelo parlamentar para o Estado e a questão da BR-156; A sugestão do TCU é transferir a responsabilidade da execução da obra da rodovia para o Exército .Randolfe comprometeu-se a convocar os demais senadores para juntos reunir com o Comandante Militar do Norte e também com o Ministério Público Federal (MPF) para apresentar a necessidade da intervenção para que a obra seja finalizada. “É um forma coerente de prosseguir a obra, tendo em vista que a bandeira do exercito é o povo brasileiro, assim despolitiza a obra e ainda tira um peso do governo do estado”, afirmou Randolfe.

Andamento
Em julho deste ano, Randolfe esteve no MPF e protocolou uma representação contra o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) e Secretaria de Transporte do Estado do Amapá (Setrap) exigindo imediata solução e finalização das obras de asfaltamento na BR-156. Também esteve na Controladoria Geral da União (CGU) para ter acesso as informações sobre os recursos repassados para a concretização da rodovia.
No mesmo período, o senador fez um pronunciamento no Senado divulgando os problemas causados pela falta de trafegabilidade na BR-156, que deixaram Oiapoque isolada. O município viveu escassez de alimentos e combustível. “Não é possível que uma obra federal fique parada dessa forma. Não é aceitável que mais de 20 mil pessoas passem tantas dificuldades, como o povo do Oiapoque”, protestou Randolfe.

Aeródromos
O secretário do TCU, Edilson Guedes, também apontou a questão dos aeródromos em áreas indígenas. “Nós queremos regularizar esse serviço tão necessário para garantia da dignidade dos povos indígenas, em se falando de saúde, educação e alimentação”, informou. Randolfe relembrou que já tratou sobre o assunto no MPF e afirmou que solicitará a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) um relatório completo sobre os aeródromos no Amapá.

Fonte . Brasil 247/montedo.com

domingo, 23 de novembro de 2014

Saiba quais informações o Google guarda sobre você

Por Olhar digital 
Muitos usuários não sabem ou não se dão conta, mas ao fazer login no Google ou em qualquer outro serviço da empresa, uma série de informações pessoais são coletadas e repassadas a anunciantes para direcionar propagandas e, consequentemente, faturar mais.
Onde estes dados ficam armazenados? Para ter controle sobre o que Google guarda, é preciso acessar o histórico de sua conta. No final da página, vá até "Anúncios" e clique em "Editar Configurações". Lá é possível ver não só informações demográficas como idade, sexo e cidade, mas também interesses.

Reprodução 

Além disso, o Google também mantém um histórico de suas localizações e pesquisas e vídeos assistidos no YouTube. A boa notícia é que neste caso, é possível pausar o armazenamento do histórico. Contudo, o Google afirma que ao fazer isso, algumas funções no Google Now e Google Maps podem ficar limitadas (no caso da localização) e que o histórico não é totalmente removido (no caso do YouTube).

Reprodução 
Para limpar o histórico de buscas e vídeos assistidos no YouTube, a empresa recomenda ainda a exclusão no próprio site e também no navegador do usuário.

Fonte > Exame.com