terça-feira, 28 de julho de 2015

Andou! Depois de seis messes, projeto que manda pagar os 28,86% mudou de escaninho

No Ministério do Planejamento desde setembro de 2009, o projeto de lei que prevê o pagamento aos militares da diferença de 28, 86% mudou de escaninho mais uma vez. Seja lá o que isso signifique, o processo foi ncaminhado para a Secretaria de Gestão pela Secretaria Executiva, onde estava parado desde janeiro.

Acompanhe neste link a tramitação do projeto.

Fonte > Montedo / Com informações de Kelma Costa

sexta-feira, 24 de julho de 2015

O aplicativo do Exército já está disponível para Android, iOS e Windows Phone

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Reajuste dos militares: Defesa negocia com Planejamento já os 28,86% segue sem definição


EM FASE DE ANÁLISE
O reajuste salarial, que beneficiou o funcionalismo dos poderes Executivo e Judiciário e deixou os militares de fora, está em fase de análise. Segundo o Ministério da Defesa, o reajuste para os militares está em negociação no Ministério do Planejamento. O mesmo será incluído no Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias.


28,86%

Ainda não há definição sobre o pagamento dos 28,86% aos militares das Forças Armadas que esperam correção feita em 1993. O Ministro da Defesa, Jaques Wagner não conseguiu se encontrar ontem com representantes da categoria, mas a pasta informou que ele está atento à questão, tanto que tem agendado os encontros.

Fonte > Coluna do Servidor (O Dia)/montedo.com/Portalsgda

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Ministro e comandantes das Forças Armadas visitam tropas brasileiras no Haiti


Militares brasileiros na missão da ONU para o Haiti (Minustah)
O ministro da Defesa, Jaques Wagner, esteve nesta terça-feira, 21, em Porto Príncipe, no Haiti, supervisionando a atuação das tropas brasileiras que lá se encontram desde 2004. O especialista Nélson Düring diz que as forças militares do Brasil em território haitiano estabeleceram um padrão para muitas missões da ONU.
Jaques Wagner destacou que os 11 anos de participação brasileira na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) contribuíram para "ajudar a reconstrução nacional do país, que vai além da estabilização política e militar". Para ele, a participação das tropas brasileiras não se restringiu apenas ao aspecto militar e da segurança pública, mas "deu maturidade para avaliar os riscos do presente e do futuro, para cada vez mais valorizar a democracia e a convivência pacífica entre os povos".

O Brasil tem o comando dos 15 países da Minustah. As forças de paz contam com 850 militares brasileiros das três Forças Armadas. Ao todo, contando o Batalhão de Engenharia, hospital e apoio, são 2.370 homens.
O tema dos encontros da visita do ministro foi a retirada gradual das tropas – que já vem ocorrendo desde 2012, acompanhando a evolução da situação interna do país e de acordo com resolução da Organização das Nações Unidas (ONU).

Jaques Wagner percorreu as áreas de operações da Missão e os projetos setoriais de impacto social, junto dos comandantes da Marinha, Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, do Exército, general Eduardo Dias Villas Bôas, e da Aeronáutica, Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato.
"Desenvolvemos um amplo programa de cooperação bilateral e triangular para ajudar a criar condições efetivas de recuperação social, econômica e da infraestrutura do país", afirmou o ministro diante das tropas.
Entre os projetos realizados, Wagner apontou os de reconstrução de estradas, desenvolvimento agrícola, distribuição de merenda escolar, combate à violência contra mulheres, treinamento de bombeiros e policiais, programa de imunização, educação de crianças e jovens.
Sobre a Minustah e a visita do Ministro da Defesa ao Haiti, o especialista Nélson Francisco Düring falou com exclusividade à Sputnik Brasil. Engenheiro e jornalista, Düring é editor da revista DefesaNet.

Sputnik: O Brasil está saindo do Haiti?
Nélson Francisco Düring: Sim, já estamos num processo de redução das forças. Com o terremoto em 2010, nossas forças pularam de cerca de 1.000, 1.200 homens, para quase 2 mil homens para atender aquela emergência. E agora estamos aos poucos reduzindo nossa presença, voltando ao padrão normal, e também reduzindo algumas forças, como o caso da Força Aérea Brasileira, que não estará mais enviando pessoal da Infantaria da Aeronáutica para participar da Minustah.

S: O senhor considera que nesses 11 anos de permanência as tropas brasileiras cumpriram a sua missão de paz no Haiti?
NFD: Há uma questão muito curiosa: nós podemos sempre olhar as ações da ONU como uma espécie de intervenção militar, porque um país está com problema e vêm forças estrangeiras assumir a função de garantia da lei e da ordem, ou até imposições de ações militares mais duras no país. O Brasil substituiu os fuzileiros navais americanos no Haiti. O diferencial nesta missão foi que o Brasil conseguiu dar um toque mais amigável dentro dessa operação. Os pontos referenciais do Brasil – futebol, Pelé, samba – se tornaram um fator de aproximação, de integração com a comunidade. Há fotos clássicas de soldados jogando futebol com crianças e com cidadãos nas ruas do Haiti. 

Houve toda uma interação levada pelo povo brasileiro, através dos soldados, com os haitianos. Isso estabeleceu até um certo padrão de operação para muitas missões da ONU. Não foi sem muita discussão porque, por exemplo, jornais americanos de prestígio, no início, claramente diziam que os brasileiros eram muito moles e deveriam ser tirados do comando da operação, ou seja, a lei da bala, você chega no estilo mariner, você manda bala e estabiliza a situação. O Brasil começou a ter a postura que o levou a ter prestígio dentro da ONU, e hoje nós temos o General Santos Cruz, que coordena a primeira operação militar da ONU de ataque, ou seja, um exército da ONU montado para operações militares clássicas, no Congo.

S: O Haiti está pronto para viver sem a presença da Minustah, com a redução das tropas do Brasil e da ONU do seu território?
NFD: Não. Nós falamos numa redução. O Brasil está reduzindo sua tropa, alguns países já não estão enviando mais tropas. Terá que ter um apoio especialmente para a polícia haitiana. Eu creio que o Brasil ainda permanecerá no mínimo 5 anos dentro do Haiti, com tropas bem menores. Já tivemos uma redução drástica, e voltamos ao patamar original, mas vamos continuar a reduzir.

Fonte > SPUTNIK/montedo.com

domingo, 19 de julho de 2015

Exército se prepara para prevenir e conter possíveis ataques terroristas nos Jogos Olímpicos do Rio


(Imagem: HMASP/EB)
As Forças Armadas estão intensificando os treinamentos para conter e prevenir possíveis ataques terroristas com armas químicas, nucleares, bacteriológicas e radiológicas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio em 2016. 
O Exército, através do 1º Batalhão de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear, já conta com pelo menos 400 homens treinados para a localização e varreduras de agentes químicos e descontaminação de ambiente e pessoas, além de resgates de vítimas. Laboratórios e equipamentos, únicos na América Latina, são testados diariamente, há meses, nas unidades militares. 
A tecnologia será a principal aliada de cabos e soldados contra os chamados “ataques de bombas sujas”. A atenção maior será voltada para aeroportos e para as 158 principais instalações de competição e hospedagens de delegações.

Fonte > montesclaros.com/montedo.com

Recorde: drone militar permanece três dias no ar

Orion voou por mais de 80 horas, mais de duas vezes o recorde anterior.


Quatro pilotos se revezaram para comandar drone à distância.
Ainda em fase protótipo, o Orion é um drone de média altitude e ampla potência (MALE) fabricado pela Aurora Flight Sciences. (Foto: Reprodução/Aurora Flight Sciences)

Da France Presse
arte tipos de drone vale este vant (Foto: Arte G1)Um drone experimental norte-americano permaneceu três dias no e ar estabeleceu o novo recorde de voo para um veículo aéreo não tripulado de sua categoria, informou nesta quarta-feira (15) a Federação Aeronáutica Internacional (FAI), na Suíça.
Ainda em fase protótipo, o Orion é um drone de média altitude e ampla potência (MALE), assim como os já conhecidos Predator ou Reaper, utilizados pelas forças americanas.
Segundo números validados pela FAI, o Orion voou 80 horas, 2 minutos e 52 segundos. Ele viajou a alturas entre 1,3 mil e 3 mil metros.
O voo ocorreu entre 5 e 8 de dezembro de 2014, na Califórnia, e desde então a responsável pelo projeto, Aurora Flight Sciences, aguarda o reconhecimento da FAI. Quatro pilotos se revezaram no comando à distância do drone que possui hélices.
Apesar de ter uso militar, o vant não possui armas e foi concebido para transportar carga. Ele pode carregar volumes com peso de mais de uma tonelada.

O recorde precedente para um drone da categoria era de 30 horas e pertencia a um Global Hawk, da Northrop Grumman.
O Orion foi construído com base em um programa experimental da Força Aérea americana para missões de inteligência e vigilância.
Sua longa autonomia de voo lhe permite assumir "exatamente o que pede o combatente americano: vigilância constante do inimigo", assinala a Aurora Flight Sciences.
O recorde absoluto de voo de um drone pertence a um pequeno aparelho solar construído pela Airbus, o Qinetiq Zephyr, com 336 horas em 2010. Isso quer dizer que a máquina ficou no ar por 14 dias.

Fonte > G1/montedo.com

sábado, 18 de julho de 2015

Perda da gratificação de tempo de serviço penalizou muito os praças antigos, diz Comandante do Exército


General Villas Bôas no Senado (Foto: Moreira Mariz/Agência Senado)
O General Villas Bôas, Comandante do Exército, compareceu a uma audiência pública na 
Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal, na última quinta feira (16). Estava acompanhado dos generais Sérgio Etchegoyen, Chefe do Estado-Maior do Exército e Miguel Tomás, Chefe de Gabinete do Comandante do Exército; além do Coronel Marco Aurélio de Almeida Rosa, Chefe da Assessoria Parlamentar do Comando do Exército.
Durante cerca de duas horas, Villas Bôas respondeu aos questionamentos dos senadores sobre diversos assuntos, entre eles proteção da Amazônia, SISFRON, reequipamento das Forças Armadas e a questão indígena. Enfim, a pauta foi extensa e você pode conferi-la na integra aqui.
Da fala do Comandante, pincei a resposta dada ao senador cearense Eduardo Amorim:

O SR. EDUARDO AMORIM (Bloco União e Força/PSC - SE)
...
Procurarei, Sr. Presidente, ser breve. Temos o grande privilégio de morar num país continental. Devemos muito isso aos desbravadores, aos nossos antepassados, aos bandeirantes, a todos aqueles que adentraram o continente e fizeram com que o nosso País fosse além do Tratado de Tordesilhas, com certeza, como já foi dito aqui, um grande privilégio. Nenhum canto do mundo tem tanta riqueza mineral e natural como nós. Agora precisamos cuidar dela. Precisamos fazer a prevenção, como a gente aprende lá em Medicina, médico que sou. Com certeza, se assim fizermos, evitaremos muitos sofrimentos, inclusive para muitas famílias brasileiras. Estamos perdendo uma guerra, que é a guerra contra as drogas e o narcotráfico, exatamente talvez por morarmos num país continental e por não valorizarmos, em termos de investimento, o que deveríamos valorizar mais, que é o nosso Exército brasileiro, as nossas Forças Armadas.

A pergunta que faço, Comandante:
É frequente a notícia de evasão de profissionais das Forças Armadas. Ouvimos isso frequentemente. Como o senhor vê essa situação?
Como o senhor avalia a situação salarial dos nossos militares, profissionais das Forças Armadas? Precisamos, como eu disse, valorizá-los, dar-lhes condições, o instrumento necessário. Evidentemente isso se faz também dando o orçamento merecido. Como eu disse, a prevenção é o melhor de todos. Se pedimos, se lutamos para ter um país continental, precisamos cuidar melhor dele, como disse o Senador Caiado. Nenhum canto do mundo tem a riqueza mineral que nós temos, até de terras raras, aqueles 17 elementos químicos constantes da tabela periódica extremamente utilizados, sobretudo na tecnologia da informação.
São as perguntas que a gente faz. Podem ter certeza – contem conosco. Somos daqueles que sabem valorizar as nossas Forças Armadas, porque, assim, proporcionamos qualidade de vida para o nosso povo brasileiro, para a nossa gente. O desafio é grande, mas contem conosco.

[...]

O SR. EDUARDO DIAS DA COSTA VILLAS BÔAS 
[...]
– Desculpa, Senador, é verdade e essa é uma questão chave para nós.
Realmente nós temos sofrido uma perda muito grande em alguns setores de atividades. São exatamente aquele em que mercado compete, mas com mais vantagens. Estamos falando na área dos engenheiros militares, são os cientistas, os técnicos na área de ciência e tecnologia. Temos também na área de medicina, principalmente na área de saúde. Os salários oferecidos fora são muito mais vantajosos, e nós temos tido dificuldade em fazer essa retenção em caráter adequado.
– O General Etchegoyen era chefe de departamento de pessoal, conduziu um projeto de modernização da medicina militar, e já temos médicos de renome internacional, e isso está criando atrativos e estamos desenvolvendo sistema de residência também dentro dos hospitais militares, que está criando atrativos para essa permanência.
E na área de ciência e tecnologia, com os projetos que nós estamos desenvolvendo, com esses novos sistemas, novas concepções, isso está servindo de atrativo também para a permanência. Mas, de qualquer forma, é uma competição desigual do ponto de vista do valor do salário.

Com relação aos nossos salários, o Chefe do Estado-Maior me apresentou aqui uma série de dados que eu gostaria de passar para V. Exª depois. Nós viemos tendo perdas relativas em relação a outros segmentos. E o nosso pleito agora é nós recuperarmos essas perdas que nós tivemos, e não apenas por meio de aumento, vamos dizer assim, percentual, mas também por meio de uma reestruturação dos salários dos integrantes das Forças Armadas, porque nós, ao longo do tempo, viemos sofrendo algumas perdas como, por exemplo, o tempo de serviço.

A perda da remuneração da gratificação do tempo de serviço penalizou muito os praças antigos. Seriam o segundo-sargento, primeiro-sargento, subtenente, que são homens que têm o encargo familiar, por exemplo, do mesmo nível de um tenente-coronel ou de um coronel. E, como não há mais o tempo de serviço, hoje ele ganha menos que um tenente, por exemplo, que não tem encargo familiar. Então, esse é um dos aspectos que trabalhamos no sentido de reestruturar.

Muito obrigado. Nós vamos passar ao senhores todos esses dados.
Fico muito agradecido por esse seu interesse. Senador, mais uma vez, em nome do Exército, do meu próprio e dos meus companheiros que aqui estão, nós nos sentimos honrados, extremamente prestigiados. Algo terrível para nós é nos sentirmos sozinhos nas tarefas e nos enfrentamentos que temos. E o senhor, o Senado e os Srs. Senadores hoje nos proporcionaram a sensação de estarmos com a sociedade brasileira e o Legislativo junto conosco. Isso nos anima e nos fortalece muito.
Muito obrigado. Obrigado também pela atenção pessoal que o senhor tem tido conosco.

Fonte > Com informações do site do Senado Federal

14 coisas que você talvez não saiba sobre Bill Gates criador da Microsoft

Bill Gates é o homem mais rico do mundo e um dos mais famosos fundadores de empresas de tecnologia do mundo. Muita gente sabe que Gates abandonou a faculdade, tornou-se milionário cedo e atualmente dedica-se à filantropia junto com sua esposa Melinda Gates. 
Confira abaixo 15 fatos curiosos da vida do fundador da Microsft: 
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1. Bill Gates nunca foi pobre
Ao contrário do mito popular, Gates nunca foi pobre. Seu bisavô fundou um banco que mais tarde passou a ser de seu avô e seu pai era um advogado importante. A família teria criado um fundo fiduciário de milhões de dólares para ele quando ele era apenas uma criança.

2.  Primeiro programaAos 17 anos, Bill Gates vendeu seu primeiro programa de computador por US$ 4,2 mil. Era um sistema de calendário para a escola onde ele estudava.

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3. Gênio na faculdade
No segundo ano de faculdade, ele resolveu um complexo problema de matemática sobre a classificação de panquecas. O método foi publicado em uma revista acadêmica e permaneceu como o melhor caminho para resolver o problema durante 30 anos.

4. Jato particular
Bill Gates tem um avião que costuma chamar de "seu grande alarde". A aeronave é um Bombardier BD-700 Global Express, com capacidade para 19 pessoas e valor estimado de US$ 40 milhões.
billgates2 in Top 10 private jets   Billionaires unlashed

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5. Sem papas na línguaEnquanto estava na Microsoft, Gates era conhecido por explicitar suas opiniões muitas vezes usando palavrões. "Bill poderia ser mordaz, mas eu pessoalmente nunca o vi atacar ninguém pessoalmente. - Apenas as idéias", conta uma pessoa que trabalhou com ele. Alguns funcionários afirmam ainda que ele era capaz de interromper apresentações com a seguinte frase: "Isso é a coisa mais estúpida que eu já
ouvi".

6. Motorista perigoso
Gates costumava colecionar Porsches que dirigia em alta velocidade. Além de ter sido preso em 1977 por digirir sem habilitação, o fundador da Microsoft teve que contratar um advogado especializado em trânsito. Ele chegou a bater no carro de um funcionário da empresa uma vez, mas deixou um bilhete explicando o que havia acontecido e se responsabilizando pelo conserto.

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7. DestemidoNa década de 1980, Gates e Allen perderam um voo no aeroporto de San Francisco. Gates entrou na sala de controle do aeroporto e começou a apertar uma série de botões. Apesar de ter cometido um crime, ele não foi preso: o avião voltou para buscá-los.

8. Piadas nerdsBill Gates tem um enorme senso de humor inclinado para piadas nerds.

Bill Gates tem um enorme senso de humor ainda que inclina-se para piadas nerds.  Por exemplo, uma vez que ele postou um vídeo no YouTube sobre Reddit amor que estava cheia de piadas como uma referência de programação web com a cor vermelha.

9. CaridadeA expectativa de Gates é de que ele doe mais de US $ 100 bilhões para a caridade ao longo de sua vida. Apesar do alto valor que pretende doar, ele não se considera como um grande filantropo.
E nem todo o trabalho de caridade do fundador da Microsoft é feito através de sua fundação. Ele tem trabalhado pessoalmente em alguns projetos, como encontrar uma maneira de fornecer energia limpa para todas as comunidades pobres do mundo.

10. Além da Microsoft
A Microsoft não é mais a principal fonte de sua riqueza. Durante anos Bill Gates investiu em outros negócios, com o objetivo de financiar seu trabalho de caridade. Para saber onde colocar dinheiro, ele conta com a ajuda de Michael Larson, seu gerente de negócios.

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11. O homem mais rico do mundo
Apesar de doar milhares de milhões de dólares por ano, Bill Gates ainda está ficando rico mais rápido do que consegue doar seu dinheiro para a caridade. A explicação para o fato são as grandes participações empresariais que ele possui.


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12. Amigo de JobsAntes de brigarem, Jobs e Gates costumavam sair com suas respectivas namoradas. Os dois CEOs foram concorrentes em grande parte de suas vidas, mas segundo Gates "sempre mantiveram um certo respeito e comunicação". Mais tarde, quando Jobs estava bastante debilitado, o amigo escreveu uma carta reconhecendo o grande trabalho do fundador da Apple: "Você deve se orgulhar do seu trabalho e da empresa que construiu", escreveu ele.

13. Vendendo a Microsoft
Bill Gates já não é o maior acionista da Microsoft. A cada mês, Gates vende um pedaço de sua parte na empresa. Em 2014, Steve Ballmer tornou-se oficialmente o maior acionista da companhia.

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14. Sir Gates
Em 2005, ele recebeu o título de cavaleiro e ser agraciado com a Ordem KBE pelas mãos da rainha Elizabeth da Inglaterra devido às suas contribuições filantrópicas ao mundo.


Fonte >Via BusinessInsider/Olhardigital