domingo, 19 de abril de 2015

Armas para a defesa trazem bom lucro ao País

Editorial
Desde que a Empresa Brasileira de Aeronáutica, a Embraer, foi criada e, depois, privatizada, ela só tem dado lucro ao Brasil. O Super Tucano é o avião de treinamento e de ataque ao solo vendido para várias forças aéreas de outros países com sucesso. No entanto, além de abastecer as necessidades principalmente do Exército brasileiro, até alguns anos totalmente dependente das importações, hoje em dia as indústrias de armamento para defesa têm dado bons lucros ao País. Na contramão da balança comercial brasileira, que registrou no ano passado o primeiro resultado negativo desde o ano 2000, com déficit de US$ 3,9 bilhões, a exportação de produtos da indústria de defesa e segurança do Brasil cresceu no ano passado 38%.

As exportações dos equipamentos de defesa saltaram de US$ 2,6 bilhões em 2013 para US$ 3,6 bilhões em 2014. E a expectativa para 2015 da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde) é de que este número cresça no mesmo ritmo.
Para ajudar a incrementar o mercado de negócios nesta área, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, está no Rio de Janeiro. É lá que se realiza, até esta sexta-feira, a 10ª edição da Latin America Defence & Security 2015 (LAAD), maior e mais importante feira do setor de defesa e segurança da América Latina. A indústria de defesa significa mais soberania e desenvolvimento tecnológico industrial, e é importante para agregar tecnologia não apenas no setor, mas também com a transferência para uso civil.
É que boa parte dos produtos desenvolvidos para as Forças Armadas também podem ser usados pela população em geral, porque são importantes para o desenvolvimento da indústria em geral. É que tudo o que se pesquisa, seja na Marinha, no Exército ou na Aeronáutica, acaba servindo de base tecnológica.

Os materiais de defesa têm alto valor agregado e alimentam vasta e diversificada cadeia produtiva. Nesta 10ª edição da LAAD estão mais de 700 expositores nacionais e internacionais, em três pavilhões do Riocentro. Uma das novidades que o setor espera que ajude a impulsionar as exportações vem da área de radares. A expansão da empresa brasileira Iacit, que firmou parceria com a israelense IAI-Elta, vai trazer para o Brasil o primeiro radar oceânico, que poderá ter importância estratégica durante a Olimpíada do ano que vem e que será utilizado pela Marinha.
Além de monitorar as condições climáticas e a superfície dos oceanos, ele ajuda a fazer o controle da poluição e prever os riscos ambientais em eventos como tempestades e tsunamis. Na exposição, também são apresentados novos vants que serão úteis para a segurança na realização dos Jogos Olímpicos. O visitante conhece projetos como o que prevê a construção de um submarino a propulsão nuclear e quatro submarinos convencionais; o sistema de monitoramento de fronteiras; o carro de combate Guarani; o avião cargueiro KC 390 e o H-XBR, que trata da fabricação de 50 helicópteros que servirão à presidência da República e às Forças Armadas.

Na feira, as pessoas podem ainda verificar um veículo blindado antimotim, fabricado pela Quartzo Engenharia de Defesa, em colaboração com a empresa de Israel-BAT, ou conhecer uma empresa como a Safety Wall, que converte portas convencionais em blindadas. Como se sabe, armamentos, desde muitos séculos, acompanham todas as sociedades e o Brasil é muito extenso para ficar desprotegido. E, como diziam os romanos, "se queres paz, prepara-te para a guerra".

Fonte Jornal do Comércio/montedo.com

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Brasileiro fala de guerra pelos EUA e diz que conheceu 'sniper americano'

Militar com nacionalidade americana serviu às Forças Armadas por 20 anos.

Ele afirma que esteve em operações com Chris Kyle, que inspirou filme.


Daniel Corrá
Do G1 Vale do Paraíba e Região
Entre tantas tatuagens no braço direito do brasileiro Francesso Tessitore, duas chamam atenção: o nome "US Marine", que demonstra devoção a um dos ramos das Forças Armadas dos Estados Unidos, e um tributo ao maior franco-atirador da história do país, Chris Kyle, conhecido por deixar 160 inimigos mortos em operações de guerra.
A tatuagem de caveira no corpo do militar é símbolo da história de Kyle, retratada no filme "Sniper Americano" (2014). O brasileiro, inclusive, afirma ter conhecido o atirador em Fallujah, cidade palco de um dos conflitos mais sangrentos durante a Guerra do Iraque.
“Tive a oportunidade de conhecer Chris Kyle, porque ‘limpávamos’ [varredura em busca de inimigos e para proteção de civis] Fallujah e tínhamos que saber onde estavam os snipers. Nós tivemos uma reunião e conheci ele, de bater um papo mesmo. Foi bem no comecinho da carreira dele também”, afirma. A batalha em Fallujah foi a primeira do atirador americano e é uma das principais cenas do longa-metragem, vencedor do Oscar por melhor direção de som neste ano.
Segundo ele, a homenagem ao "sniper" foi motivada pela importância do trabalho dele para os militares americanos em campo de batalha. Kyle foi morto em 2013, pelas mãos de um fuzileiro naval, quando estava em processo de recuperação do período pós-guerra. “A morte dele nos afetou muito. Tivemos muitos amigos, às vezes até eu mesmo, que foram salvos por ele”, lembra o brasileiro.

Trajetória
Por sonho, brasileiro foi à guerras pelas Forças Armadas dos EUA  (Foto: Reprodução/ TV  Vanguarda)
Apesar de ter nascido em São Paulo, Tessitore passou a infância em São José e, desde pequeno, tinha o sonho de servir às Forças Armadas dos EUA. No início da década de 1990, ele deixou o Brasil para tentar se alistar no serviço militar americano. Mais de 20 anos depois, acumula combates no Iraque e no Afeganistão pelas tropas americanas. “Como você vai correr atrás dos seus sonhos sem recursos para isso? O Brasil não me oferecia nada disso. Meu sonho era ser Marine e ponto”, afirma.
Para ingressar no US Marine, entretanto, ele conta ter passado por um processo rigoroso. Vivendo nos Estados Unidos, Tessitore se casou com uma americana e se alistou na infantaria do país, quando a legislação era menos rigorosa para o ingresso de estrangeiros.
Seis anos anos depois, ele renunciou à cidadania brasileira e adquiriu de vez a cidadania americana, conseguindo assim, servir ao "US Marine". "Desde o ataque terrorista às Torres em 2001, mudou muita coisa para o ingresso nas Forças Armadas e as leis federais na área de imigração continuam mudando", explica.

Emocional
De acordo com Tessitore, os treinamentos intensos das Forças Armadas têm o objetivo de eliminar o inimigo durante a guerra. Para ele, qualquer tipo de hesitação em campo de batalha pode comprometer uma operação inteira. "Somos treinados para matar. Estamos lá pelos nossos companheiros, para salvar a vida de quem está do nosso lado. Depois nós fazemos a parte humanitária no local, mas o inimigo está ali e temos que repeli-lo”, diz o militar.
Após deixar os combates em 2013, o brasileiro enfrentou depressão, como muitos outros americanos que serviram ao país. "No pós-guerra, você volta para casa e fica desligado do mundo, não consegue sair para fazer uma compra porque fica com medo. Descobri com ajuda que o medo que eu sentia era porque essa realidade de vivenciar a guerra não era mais minha", afirma ele, que acabou se separando da esposa durante o período.

À esquerda, Chris Kyle em foto de 2012, e, à dir., Bradley Cooper em 'Sniper americano' (Foto: Paul Moseley/The Fort Worth Star-Telegram/AP e Divulgação)
Hoje, Tessitore conta que faz parte do setor de operações sigilosas das Forças Armadas nos Estados Unidos. Recentemente, voltou a São José dos Campos, onde se casou com uma brasileira que se mudará com ele para os EUA nos próximos meses.
Mesmo deixando os campos de batalha, as marcas da guerra seguem presentes no corpo forte do militar. Entre a caveira em homenagem ao sniper e o nome do "US Marine", está uma das mais significativas: o número 14 em algarismos romanos, em referência ao total de companheiros que Tessitore perdeu na guerra. Entre tantas batalhas vencidas, é justamente esta a derrota mais significativa de Tessitore com as tropas americanas.

Fonte > G1/montedo.com

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Brasil é 22ª potência militar do planeta.

As 25 maiores potências militares do planeta em 2015

Forças armadas poderosas

Militares dos EUA
São Paulo – O Global Firepower Index (GFP) é uma pesquisa anual que avalia as forças armadas de 160 países e produz um ranking para elencar quais delas são as mais poderosas do mundo.
A edição 2015 deste estudo analisou 50 diferentes fatores no contexto de cada um dos países, sem incluir, contudo, números sobre a capacidade nuclear de um país ou a relevância do seu poderio militar no contexto internacional.
EXAME.com compilou em tabelas alguns dos dados investigados pelo GFP nos 25 países que se encontram no topo da lista. Confira abaixo e, em seguida, veja nas imagens quais são as maiores potências militares do mundo em 2015:


Pontuação geral no índiceA pontuação 0.000 é considerada a nota máxima.
Orçamento para DefesaSão os fundos alocados pelo governo para a manutenção e o fortalecimento dos sistemas de Defesa.
Mão de obra militar pronta para batalhaNúmero de militares disponíveis para envio imediato na ocasião de um combate.
Poder terrestreInclui a quantidade de tanques do Exército daquele país.
Poder aéreoContabiliza o número de aeronaves da Aeronáutica.
Poder navalCompreende diferentes navios de guerra que fazem parte da Marinha.
Soldado do exército dos EUA

1º Estados Unidos

Pontuação geral1.166
Orçamento para Defesa577 bilhões de dólares
Mão de obra militar pronta para batalha1,4 milhão de pessoas
Poder terrestre8.848
Poder aéreo13.892
Poder naval473
Exército russo

2º Rússia

Pontuação geral0.1868
Orçamento para Defesa60 bilhões de dólares
Mão de obra militar pronta para batalha766 mil pessoas
Poder terrestre15.398
Poder aéreo3.429
Poder naval352
Exército da China

3º China

Pontuação geral0.2341
Orçamento para Defesa145 bilhões de dólares
Mão de obra militar pronta para batalha2,3 milhões de pessoas
Poder terrestre9.150
Poder aéreo2.860
Poder naval673
Exército da Índia

4º Índia

Pontuação geral0.2695
Orçamento para Defesa38 bilhões de dólares
Mão de obra militar pronta para batalha1,3 milhão de pessoas
Poder terrestre6.464
Poder aéreo1.905
Poder naval202
Militares do Reino Unido

5º Reino Unido

Pontuação geral0.2743
Orçamento para Defesa51,5 bilhões de dólares
Mão de obra militar pronta para batalha147 mil pessoas
Poder terrestre407
Poder aéreo936
Poder naval66
[...]
6º - FRANÇA
7º - COREIA DO SUL
8º - ALEMANHA
9º - JAPÃO
10º - TURQUIA
11º - ISRAEL
12º - INDONÉSIA
13º - AUSTRÁLIA
14º - CANADÁ
15º - TAIWAN
16º - ITÁLIA
17º - PAQUISTÃO
18º - EGITO
19º - POLÔNIA
20º - TAILÂNDIA
21º - VIETNÃ
22º - BRASIL

Pontuação geral0.7063
Orçamento para Defesa34 bilhões de dólares
Mão de obra militar pronta para batalha327 mil pessoas
Poder terrestre486
Poder aéreo749
Poder naval113
Militares do Brasil
23º - IRÃ
24º - SUÉCIA
25º - UCRÂNIA
EXAME/montedo.com

sábado, 28 de março de 2015

Emocionante: militares americanos se despedem de cachorra que precisou ser sacrificada.

MILITARES AMERICANOS PRESTAM HOMENAGEM A CACHORRO QUE PRECISOU SER SACRIFICADO

DAISY TRABALHAVA DESDE 2014, MAS FOI DIAGNOSTICADA COM UM TIPO AGRESSIVO DE CÂNCER
Chelsea LaFever, que cuida de cachorros militares, se emociona ao se despedir de Daisy (Foto:  Air Force/ Airman 1st Class Justine Rho)
CHELSEA LAFEVER, QUE CUIDA DE CACHORROS MILITARES, SE EMOCIONA AO SE DESPEDIR DE DAISY (FOTO: AIR FORCE/ AIRMAN 1ST CLASS JUSTINE RHO)
Militares da Força Aérea americana prestaram uma homenagem emocionante à cadela Daysi, que precisou ser sacrificada por conta de um câncer.
Eles se reuniram no dia 27 de fevereiro em frente ao hospital Holland para cachorros que trabalham para as forças armadas.
Daisy começou a trabalhar em janeiro de 2014, após conseguir um certificado para detecção de narcóticos. Desde então, ela trabalhava ao lado do sargento Paul Olmos, que a levou na coleira até a entrada do hospital. Foi o primeiro cachorro do qual Olmos se encarregou e, segundo seus companheiros, eles formavam um ótimo time.
Daisy e o sargento Paulo Olmos (Foto:  Air Force/ Airman 1st Class Justine Rho)
DAISY E O SARGENTO PAULO OLMOS
(FOTO: AIR FORCE/ AIRMAN 1ST CLASS JUSTINE RHO)
Os dois treinaram juntos para participar da competição anual "Texas Toughest Dog" (algo como o cachorro mais durão do Texas).
"Daisy se tornou uma ótima corredora. Corríamos em uma pista com obstáculos e subíamos montanhas em um total de quatro milhas (cerca de 6,4 km). Havia momentos em que ela me puxava montanha acima. Nos tornamos fortes juntos e nunca esquecerei disso", disse Olmos em nota publicada no site oficial da Força Aérea.
O sargento, que é solteiro e não tem família morando perto de sua base, costumava visitar Daisy também aos finais de semana. Ele a considerava sua parceira.
No entanto, em janeiro deste ano os treinadores perceberam que ela sentia um desconforto na perna esquerda. Eles descobriram um tumor maligno e concluíram que ela tinha uma forma agressiva de câncer. Por conta da localização do tumor, eles não poderiam operá-la e a doença, que já estava causando sofrimento, logo se espalharia pelo seu corpo.
"Eutanásia é o último recurso e nós avaliamos todas as outras opções. A maioria dos nossos cachorros é adotada ou continua seu serviço em um departamento da polícia civil", afirmou o sargento Kevin Nelson, responsável pelo canil.
Militares reunidos em frente ao hospital (Foto:  Air Force/ Airman 1st Class Justine Rho)
MILITARES REUNIDOS EM FRENTE AO HOSPITAL
(FOTO: AIR FORCE/ AIRMAN 1ST CLASS JUSTINE RHO)
Fonte > ÉPOCA NEGÓCIOS/montedo.com

quinta-feira, 5 de março de 2015

Site busca vagas de emprego para militares da Reserva das Forças Armadas.


Reserva AtivaCarolina Oliveira
Oito anos. Esse é o tempo máximo que os jovens que prestam serviço militar temporário podem permanecer no Exército brasileiro. Durante esse período, eles recebem treinamento básico militar, mas também aprendem profissões civis dentro das unidades militares ou em faculdades e cursos técnicos externos. Após o término do período de serviço, eles passam para a reserva e ficam disponíveis para ingressar no mercado de trabalho civil. Todos os anos, cerca de 70 mil militares se encontram nessa situação.
Foi com o objetivo de promover o encontro entre esses militares e empresas à procura de profissionais qualificados que o RESERVA ATIVA (www.reservaativa.com.br) foi criado. Este é o primeiro e único banco de currículos do Brasil que reúne exclusivamente militares da reserva das Forças Armadas.
A página se destaca pelo perfil de seus integrantes. “Estes profissionais são extremamente valorizados pelo respeito, honestidade, lealdade, iniciativa, liderança, comprometimento, espírito de equipe, capacidade de prever riscos, senso de coletividade, entre outros atributos essenciais para o sucesso de qualquer empresa”, diz Bruno Sevieri, um dos idealizadores do projeto.
Leia também:
Reserva Ativa: tenente do Exército e empresário criam plataforma para empregar militares reservistas

Em contrapartida, as organizações que contratam estes profissionais acabam tendo benefícios como o uso de fonte confiável de contratação, preservação e perpetuação dos valores corporativos e aproveitamento do recurso humano nacional. Além disso, os empresários podem ter acesso a um banco de currículos constantemente renovado e formado por milhares de profissionais de diversas regiões do país, com os mais variados perfis, qualificações e áreas de atuação.
A iniciativa é fruto de uma parceria entre Cesar Galdino Filho, advogado e Tenente Temporário do Exército Brasileiro e o Bruno Sevieri, Advogado e 1º Tenente R/2 do Exército Brasileiro, com Fábio Paulo Ferreira, Vice-Diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), entidade ligada à Federação das Indústrias do Estado de SP (FIESP), que juntas agregam hoje mais de 200 mil empresas.
O cadastramento dos currículos e o anúncio de vagas são serviços gratuitos. Caso as empresas precisem buscar um perfil exclusivo, será necessária a escolha de um plano, a fim de custear as despesas do projeto.

Fonte > SEGS/montedo.com

EUA investigam causa de explosão misteriosa de satélite militar em órbita.


satélite
Satélite explodiu em fevereiro
Gabriel Garcia
Um satélite do departamento de Defesa dos Estados Unidos explodiu na órbita da Terra há quase um mês, mas o governo americano ainda não consegue explicar o que aconteceu.
Em 3 de fevereiro, um satélite que fornece informações meteorológicas de regiões em conflito para as Forças Armadas dos Estados Unidos explodiu repentinamente, desintegrando-se em 43 pedaços diferentes.
Segundo a Força Aérea americana, que monitora os corpos na órbita terrestre, a causa da explosão foi "um evento catastrófico associado a uma falha no sistema de energia".

O problema é que o satélite, lançado em 1995, era novo demais para morrer desse jeito. Satélites costumam ter uma longa vida útil. O satélite em funcionamento que está mais tempo em órbita tem 57 anos.
Segundo a Reuters, a Força Aérea americana continua a investigar as causa da explosão, após verificar um aumento repentino na temperatura do satélite antes dele se desintegrar.

Em nota à agência, a Força Aérea dos Estados Unidos afirma que "apesar da resposta inicial [sobre o acidente] ser completa", um órgão interno irá continuar a investigar o evento para entender melhor o que aconteceu.
Cerca de 3 700 satélites orbitam a Terra atualmente. A Nasa estima que existam pelo menos 20 mil pedaços de entulho espacial, maiores do que uma bola de tênis, circulando sobre o planeta.

Fonte > Info Abril/montedo.com

terça-feira, 3 de março de 2015

Conheça os 10 veículos mais poderosos e caros construídos para a guerra.

Eduardo Harada


Caso você seja uma pessoa que gosta de ostentar, provavelmente deve adorar essas matérias que mencionam os itens mais caros de uma determinada categoria. Nós já divulgamos uma lista com os carros blindados, os relógios, os smartphones, os mouses, os domínios, os jogos e até mesmo os hambúrgueres mais caros que existem. Algumas dessas seleções até podem estar ultrapassadas, mas a que trazemos hoje é atual e extrapola todos os preços apresentados até agora.
Preparem-se para conhecer os 10 veículos militares mais caros que existem. Como muitos devem imaginar, as guerras e confrontos são fatores determinantes para o surgimento de uma variedade gigantesca de parafernálias tecnológicas e ainda hoje são responsáveis por produzir alguns dos itens mais caros que já passaram por essa terra. Portanto, esteja pronto para se surpreender com o preço de cada veículo da nossa lista.

10. Porta-aviões INS Vikramaditya – US$ 2,35 bilhões
Era quase certo que os porta-aviões estariam presentes nessa lista. Além de toda a tecnologia empregada em sua construção, o tamanho descomunal faz desse tipo de veículo algo extremamente caro. Esse é o caso do INS Vikramaditya comprado do exército russo pelo governo da Índia. Junto com o nome complicado, esse porta-aviões traz uma carcaça de quase 45 mil toneladas, 284 metros de comprimento e 60 metros de largura. Ele é impulsionado por oito caldeiras alimentadas por diesel e comporta até 2 mil tripulantes e 30 aviões e helicópteros. O preço? Apenas US$ 2,5 bilhões (quase R$ 6,8 bilhões em conversão direta).

9. Caça B-2 Spirit Stealth Bomber – US$ 2,4 bilhões
Apesar de ser bem menor que o porta-aviões anterior, esse caça é ainda mais caroe o único veículo aéreo da lista. O B-2 Spirit Stealth Bomber tem como destaque a dureza, sendo capaz de resistir a missões extremamente perigosas graças a sua carcaça resistente o suficiente para impedir a entrada de radiação proveniente de ataques nucleares. Com o custo de produção de US$ 2,4 bilhões (aproximadamente R$ 7 bilhões), essa aeronave consegue carregar até 22 mil quilos de armamento e percorrer até 11 mil quilômetros com um tanque cheio.

8. Porta-aviões Varyag – US$ 2,4 bilhões
Avaliado em US$ 2,4 bilhões (quase R$ 7 bilhões), esse porta-aviões da Varyag pertenceu à União Soviética, mas passou para a Ucrânia depois que o estado socialista se dissolveu, em 1991. Alguns anos depois, o veículo foi adquirido pelo governo chinês por apenas US$ 20 milhões, estando atracado até hoje e sem nenhum uso aparente. O governo norte-americano, entretanto, está de olho para ver o que a China pretende fazer com esse “brinquedinho”.

7. Submarino Virginia Class – US$ 2,5 bilhões
O primeiro submarino da lista, o Virginia Class, pertence ao governo dos Estados Unidos e é avaliado em US$ 2,5 bilhões (aproximadamente R$ 7,2 bilhões). Alimentado por um reator nuclear poderosíssimo, esse veículo conta com 12 lançadores verticais de mísseis e ainda é capaz de lançar um mini-submarino para missões de exploração e combate.

6. Porta-aviões USS America – US$ 3,4 bilhões
Os famosos porta-aviões dos Estados Unidos fazem a sua estreia na lista com o USS America, um dos veículos mais novos da marinha norte-americana nessa categoria e que custou “somente” US$ 3,4 bilhões (aproximadamente R$ 9,8 bilhões). Esse “monstro” é movido por um sistema de turbinas a gás e é capaz de comportar até 34 aeronaves em seu deck gigantesco de quase 8 mil m².

5. Porta-aviões Charles de Gaulle – US$ 4 bilhões
O projeto de 1986 que concebeu esse porta-aviões foi rodeado de controvérsias. Por conta disso, apenas recentemente o veículo foi colocado em ação. O Charles de Gaulle é movido por dois reatores nucleares, o primeiro exemplar do governo francês a utilizar esse tipo de propulsão. Ele é capaz de comportar 40 aeronaves e tem impressionantes 260 metros de comprimento por 62 metros de largura. O preço? Só US$ 4 bilhões (quase R$ 11,5 bilhões em conversão direta).

4. Submarino HMS Astute – US$ 5,5 bilhões
Esse submarino da marinha do Reino Unido – também chamada de “Royal Navy” – passou por uma situação bastante constrangedora há alguns anos. Em 2010, provavelmente por causa de um mau planejamento de rota, o gigantesco veículo marinho acabou encalhando na costa da Escócia. Mesmo o seu motor movido à energia nuclear não foi capaz de retirá-lo dali, necessitando da ajuda de outras embarcações. Será que houve muito danos nessa estrutura que custou nada menos que US$ 5,5 bilhões (aproximadamente R$ 15,8 bilhões)?

3. Navio de guerra DDG 1000 Zumwalt-Class Destroyer – US$ 7 bilhões
O orçamento inicial do navio de guerra DDG 1000 Zumwalt-Class Destroyer estava previsto para US$ 3,8 bilhões quando a marinha dos Estados Unidos iniciou o projeto. Ao terminá-lo, nada menos que US$ 7 bilhões (quase R$ 20 bilhões) haviam sido gastos para construir esse veículo marinho de última geração. Uma prova de que o investimento foi grande é o fato de a embarcação estar equipada com a poderosa e assustadora railgun.

2. Porta-aviões HMS Queen Elizabeth – US$ 9,3 bilhões
Outro veículo da “Royal Navy” a compor a lista é o porta-aviões HMS Queen Elizabeth. A sua construção passou por problemas similares aos enfrentados pelo navio francês Charles De Gaulle, tendo o seu orçamento inicial dobrado rapidamente por causa do mau planejamento. Apesar disso, essa construção de US$ 9,3 bilhões (aproximadamente R$ 27 bilhões) é considerada o maior navio de guerra do Reino Unido, medindo quase 280 metros de comprimento, 70 de largura e pesando 65 mil toneladas.

1. Porta-aviões USS Gerald Ford – US$ 13 bilhões
Havia alguma dúvida de que o veículo militar mais caro do mundo pertenceria aos Estados Unidos? O porta-aviões USS Gerald Ford vai custar nada menos que US$ 13 bilhões (quase R$ 38 bilhões em conversão direta) para ser construído e tem previsão de ser oficialmente lançado ao mar em 2019. Ele é simplesmente gigantesco: com 337 metros de comprimento, esse navio é capaz de comportar até 5 mil marinheiros. É muita coisa, não é mesmo?

E aí, o que acharam dessa seleção? Sentiram falta de algum tipo de item? Ao lerem “veículos militares”, muitos devem ter imaginado um tanque de guerra ou mais aeronaves. Mas, diante desses “monstros” apresentados, temos que admitir que porta-aviões e submarinos são bem mais caros que veículos terrestres e aéreos. FONTE(S)TheRichest/Kent Tukeli - IMAGENS:TheRichestShutterstock
TechMundo/montedo.com

Ministro da Defesa confirma que Exército sai em junho da Maré

Jaques Wagner reconhece que GLO é um 'caso delicado'.

"Não podemos estender indefinidamente", diz ministro.
Soldados do Exército na comunidade da Maré (Foto: Carlos Moraes/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)
Soldados do Exército na comunidade da Maré (Foto: Carlos Moraes/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)
Henrique Coelho, do G1 Rio
O ministro da Defesa, Jaques Wagner, afirmou nesta segunda feira (2) que o mês de junho será o limite para a permanência das Forças Armadas no conjunto de favelas da Maré, na Zona norte do Rio. Segundo o ministro, o papel do Exército não o de ocupar a comunidade. Na semana passada, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, já havia sinalizado o prazo como limite para a presença dos militares na região.

"Estamos em processo de diminuição gradual do contingente na Maré. Já está assinado um decreto com o governador (Pezão) para que as Forças Armadas saiam em junho ou julho, no máximo", explicou o ministro após a aula magna do curso Superior de Defesa da Escola de Guerra Naval, realizada nesta segunda na Urca, Zona Sul do Rio.
A região, com 15 comunidades, possui a presença de duas facções de traficantes de drogas e também a presença de milicianos.
Desde março de 2014 nas comunidades do conjunto, os homens da Força de Pacificação têm dificuldades para controlar os tiroteios intensos em alguns pontos da Maré.

"Todos nós sabemos que a Garantia da lei e da ordem é uma exceção, é um caso delicado, já aplicado também quando fui governador na Bahia. Não se prorroga uma estadia como essa indefinidamente", alertou o ministro.

Fonte > G1/montedo.com

Sai o FAL, entra o IA-2 novo fuzil do Exército Brasileiro


Adotado pela ditadura nos anos 60 como o fuzil de assalto padrão do Exército, o FAL começou a ser aposentado para dar lugar ao IA2, criado e desenvolvido como parte da política de incentivo à indústria nacional de armamentos.
Mais curto e mais leve, com 85 cm e 3,4 kg sem o carregador –contra 1,10 m e 4,2 kg do FAL–, o IA2 foi idealizado e vem sendo aperfeiçoado desde 1995 pela Imbel (Indústria de Material Bélico do Brasil), empresa pública vinculada ao Ministério da Defesa, em sua fábrica de Itajubá (MG).
A aposentadoria completa do FAL vai depender do ritmo de compras, mas a Imbel informou que o Exército já determinou "a adoção oficial" do IA2, o que projeta uma troca total de 140 mil armas.

A viabilidade comercial e técnica do fuzil é parte do sonho de setores das Forças Armadas de tornar a defesa nacional forte o suficiente para se declarar independente de fornecedores internacionais.
"No mínimo para inibir ameaças externas, não que vamos nos tornar beligerantes. Para defender a Amazônia, por exemplo. Essa dissuasão, um país continental como o Brasil precisa ter", disse o chefe do Departamento Comercial da Imbel, o coronel da reserva Celestino Kenyu Kanegusuku.
Após a ordem do Exército de adotar o IA2, a Imbel aguarda medida semelhante na Marinha e na Aeronáutica. A Folha apurou que ambas relutam em tirar o FAL de circulação, por hábito e confiança na antiga arma –um modelo de desenho belga feito sob licença no país.

A Imbel já vendeu ao Exército cerca de 6.000 unidades. Outras 5.000 devem ser adquiridas até o fim do ano.
O novo fuzil, em versão carabina (com tiro semiautomático), foi vendido também à Polícia Militar paulista, à Polícia Civil mineira e à Força Nacional, vinculada ao Ministério da Justiça.
Questionada sobre a comparação do desempenho do IA2 com outros fuzis em ambientes úmidos, como na Amazônia, a Imbel informou que o fuzil foi a única arma do gênero "submetida a exames oficiais desta natureza".

fONTE > Folha de São Paulo, via Notimp/montedo.com

segunda-feira, 2 de março de 2015

A fundamental aliança com as Forças Armadas.


Motta Araújo

Os grandes países que têm projetos nacionais costumam ter um poder civil em FORTE ALIANÇA com o poder militar. É uma aliança essencial para um país caminhar guiado por projeto estratégico. No Brasil a partir da Constituição de 88 essa aliança foi desprezada, com grave perda ao País.
Forças Armadas são instituições essenciais a um Estado Nacional. Por sua longevidade, tradição, ritual, treinamento, senso de hierarquia, patriotismo elas são um CAPITAL valioso para um um Governo.
Na formação do Estado brasileiro as Forças Armadas constitui-se em alicerce de construção do Pais. A História do Brasil sempre teve personagens militares de primeiro plano, influentes e orientadores do Governo.
Nomes de ruas e avenidas como Benjamin Constant, Floriano Peixoto, Hermes da Fonseca, Menna Barreto, Caetano de Farias, Pandiá Calogeras, Leite de Cstro, Estillac Leal, todos Ministros militares, foram artífices da formação do País.
No Governo JK a implantação da indústria automobilística teve a coordenação do Almirante Lucio Meira, os fundamentos da pesquisa e desenvolvimento nuclear tiveram o Almirante Álvaro Alberto como pioneiro, a EMBRAER nasceu sob a inspiração do Brigadeiro Montenegro, a Petrobras teve contribuição essencial de militares como Janari Nunes, Stenio de Albuquerque Lima, Adhemar de Queiroz, Almirante Faria Lima, General Ernesto Geisel.

Essa aliança entre o Poder Civil e o Militar foi DESPREZADA pelos governos da Constituição de 88 mostrando uma MIOPIA falta de sedimentação histórica, de habilidade no manejo dos instrumentos de poder, insensibilidade absoluta, os militares poderiam colaborar muito mais com o País mas foram na realidade ENCOSTADOS como um "mal necessário", um estorvo, cercado por ""comissões da verdade" e um anel de "movimentos sociais"", na essência anti-militares, que não sendo governo influenciam os governos contra a conexão e parceria com o mundo militar.
Nos EUA, França e Inglaterra os militares tem grande presença no Governo, nas empresas, nas instituições de ensino.
É um patrimônio caro e raro que o Pais deve usar para todas as tarefas mas prefere usar o menos possível.

Na Russia, na China, na India, a presença, prestígio e atuação do estamento militar é muito mais forte do que no Brasil.
Um episódio, UM APENAS, de meu conhecimento pessoal registra o que o Pais perde por colocar os militares atrás da cortina. A mais importante refinaria de petróleo do Pais, a pioneira Refinaria de Cubatão, teve sua construção dirigida pelo General Stenio de Albuquerque Lima, do começo ao fim. Conheço a família. O General, depois Marechal, começou e terminou a refinaria com o mesmo automóvel, na mesma casa, não trocou nem a geladeira. Essa é a aliança que a mediocridade de civis desprezou e que custou caro ao País. Nenhum grupo de brasileiros tem a coesão, a visão do interesse nacional, o patriotismo e a formação coletiva estável e uniforme mehor que os militares. Tivessem dois ou três militares na diretoria da Petrobras, a estória dessa crise poderia não ter existido.
A agenda dos governos "sociais"centrou-se apenas em garantir minorias contra a essência do Estado nacional.

Militares em aliança com o Governo JAMAIS permitiriam a loucura, a estupidesz, a falta de sentido estratégico de se criar uma reserva indígena NA FRONTEIRA norte do Brasi, a inaceitável Reserva Raposa Serra do Sol em Roraima, destruindo o desenvolvimento que vinha acelerado de um Estado estratégico para dar um santuário a 13 mil índios na idade da pedra lascada, fazendo divisa com seus iguais na Venezuela, abrindo espaço para inúmeras ongs estrangeiras prontas para incentivar uma REPUBLICA YANOMANI. Os militares, mais que civis, tem profunda noção do elemento TERRITÓRIO, um General de primeiríssima linha, como o General Augusto Heleno, protestou e foi neutralizado por mostrar total discordancia dessa ideia e decisão INFELIZ, de iniciativa de um governo sem noção de território e pior ainda, sancionada pelo Supremo Tribunal Federal no caso com relatoria de Ayres Brito.

Um Brasil estilhaçado, com uma agenda exclusiva de concessão de direitos a indivíduos sem nenhuma preocupação com o ESTADO NACIONAL, esquecendo que este foi criado pelo Exército, a mais antiga instituição do Pais, garantidora da própria existenção da Nação desde a expulsão dos holandeses na Batalha de Guararapes.
Governos inconsequentes vão ver na próxima curva da crise a falta que faz esse grande ator da História.
Em graves crises políticas a falta dessa aliança significa a falta de proteção e garantia a Governos que se julgavam fortes.

Fonte > GGN/montedo.com