sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Entrevista sobre Marketing Digital, Redes Sociais, Internet com Martha Gabriel



Martha Gabriel é escritora, consultora e palestrante keynote internacional, tendo mais de 50 palestras apresentadas no exterior, entre EUA, Europa e Ásia. Foi três vezes premiada como melhor palestrante em congressos, nos Estados Unidos. É autora de cinco livros, entre eles, o best seller Marketing na era digital.
Martha esteve no UniCEUB no dia 29 de maio de 2014, onde deu palestra para um auditório lotado. O evento, exclusivo para convidados, foi o lançamento do seminário The Best of Philip Kotler em Brasília, que ocorrerá em 29 de agosto deste ano.



Saiba mais sobre Martha Gabriel

Marcelo Tas do CQC fala sobre Martha Gabriel 

 Café Filosófico CPFL Cultura 


Marcelo Tas do CQC e o público presente se impressionam com Martha Gabriel que fala sobre - A Era da Busca: oráculos digitais

Uma entrevista que entrou para história pelo valor do conhecimento passado.



Do Portal > Há mais de 2 anos tive contato com o conteúdo da Martha pelos tutoriais da Dinamize, um estudo sobre mídias sociais estremamente aprofundado que serve-me de base de estudos até hoje, Martha pra mim é uma exímia representante da Era Digital no Brasil e no Mundo, um ícone uma fonte quase inesgotável de conhecimento digital que nos deixa impressionados, sorte  nossa é que ela compartilha esse conhecimento todo pela internet, há muitos materiais e aulas da Martha na Internet principalmente no youtube que estarao sempre norteando e apontando sinais e caminhos nesse processo de emaranhado digital no qual deparamos todo o dia quando acordamos e que ela domina muito bem com extrema excelencia de uma mestre em Marketing Digital.

Como fazer uma boa Redação? Veja 10 Dicas que vão ajudar bastante.




quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Militares brasileiros participam de operação de recaptura de 76 fugitivos no Haiti

Militares brasileiros participam 1

O Batalhão de Infantaria de Força de Paz (Brabat 20), unidade brasileira que atua na Missão das Nações Unidas de Estabilização do Haiti (Minustah), realizou juntamente com a polícia do país caribenho a Operação Canguçu. O objetivo da ação, feita no fim de semana, foi recapturar presos que haviam fugido do Presídio Crois-des-Bouquets na semana anterior.
A ação consistiu em cerco à região de Belekou, em Cité Soleil, logo nas primeiras horas do dia 16/08. Com isso, a Polícia Nacional Haitiana pode agir com segurança e evitar que os presos fugissem da investida. Foram detidos cerca de 76 suspeitos, devidamente encaminhados para a Comissaria de Cité Soleil.

Fonte > FOLHA MILITAR ONLINE/montedo.com/portalsgda

Imagens inéditas mostram pela 1ª vez a queda do avião que matou Campos

Imagens feitas por câmeras de monitoramento de um prédio em construção em Santos, no litoral de São Paulo, obtidas com exclusividade nesta terça-feira (19) pela TV Tribuna, afiliada da Rede Globo, mostram pela primeira vez o momento exato da queda do avião que matou o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos (PSB), e mais seis pessoas no dia 13 de agosto. Veja o vídeo do acidente abaixo e a reportagem completa do Jornal da Globo.



Fonte > G1

35 anos de serviço para os MILITARES das Forças Armadas. Lenda ou realidade?

A Sociedade Militar recebeu números significativo de questionamentos sobre suposto pronunciamento da presidente Dilma, a ser realizado nos próximos dias. Segundo os leitores, Dilma pessoalmente deve anunciar que a partir de 2015 os militares terão que cumprir no mínimo 35 anos de carreira e não mais 30, como prescrevem as normas em vigor.
Estamos em ano eleitoral e definitivamente não se acredita que o executivo apresente mais alguma medida polêmica e capaz de gerar grande insatisfação. O Legislativo, como todos sabemos, não pode propor alterações desse tipo, medidas que envolvam remuneração e carreira dos militares só podem partir do executivo.
Uma alteração esdrúxula desse tipo não pode ser considerada como de caráter emergencial, com possibilidade de ser imposta via medida provisória. Além disso, estudos encomendados pelo próprio governo indicam que os militares, que pagam as próprias pensões, mantém o sistema como nenhuma outra categoria faz.
As notícias a respeito da prorrogação do tempo de serviço ativo são cíclicas e se antes já eram divulgadas rapidamente imagine agora, com a velocidade da internet e redes sociais. O jornal O Dia, dado os boatos sobre esse assunto, ha apenas alguns meses - agosto de 2013 - chegou a consultar o Ministério da Defesa sobre a existência de tal projeto,a resposta foi negativa. Veja abaixo a imagem do artigo no jornal.
A Medida Provisória Nº 2.215-10, de 31 de Agosto de 2001 transferiu para o próprio militar a responsabilidade de prover os recursos para a sua aposentadoria, mensalmente, importância, ainda que mantido o nome de Pensão Militar, que serve para sua aposentadoria e pagamento de pensão para seus dependentes instituídos. O Estado em nada contribui, as pensões devem ser pagas com o montante recolhido aos cofres pelos próprios militares. Militares servindo por 30 ou por 35 anos contribuem da mesma maneira, já que o valor permanece sendo descontado dos que estão na reserva.
Os Militares, que provém recursos para suas próprias aposentadorias e pensões, não são onerosos para a nação, como querem fazer crer seus opositores. 
Em 2013 foi realizado um estudo detalhado que visava determinar o gasto das forças armadas relacionado às pensões. O estudo causou surpresa para aqueles que insistiam em dizer que os militares eram mais onerosos do que deveriam na questão da previdência. O texto é bastante completo, pode ser visto aqui, e concluiu que as próprias contribuições dos militares são suficientes para o custeio de suas aposentadorias e pensões.
Para cada pensão existem 4,31 militares ativos e inativos das Forças Armadas. Relembrando, ambos contribuem. Esta proporção se comporta da seguinte forma para cada Força: Marinha do Brasil: 4,09; Exército Brasileiro: 4,09 e Força Aérea Brasileira: 5,36. Esta proporção é favorável ao equilíbrio do sistema quanto maior for o seu valor, pois significa que existem mais contribuintes do que pensões.
Em 2011 o Estado de Minas diz que os militares gastam 4 bilhões por ano com pensões, apenas dois anos depois o Correio Brasiliense disse que os militares gastaram 10 bilhões em 2013. Outros jornais também publicaram textos similares, alguns diziam que militares “gastam” mais que bolsa família. Essas notas, publicadas em vários jornais, que se contradizem, levam a um entendimento incorreto sobre a real situação dos militares.
Fonte > sociedademilitar

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Filme sobre a FEB, A ESTRADA 47, ganha o prêmio máximo do Festival de Gramado


O longa 'A Estrada 47', de Vicente Ferraz, levou o Kikito de melhor filme no 42º Festival de Cinema de Gramado, encerrado na noite de ontem, na serra gaúcha. O filme conta a história de três expedicionários da FEB durante a campanha ma Itália. Depois de sofrerem um ataque de pânico coletivo e Monte Castelo, os soldados Guimarães (Daniel de Oliveira), Tenente (Julio Andrade), Piauí (Francisco Gaspar) e Laurindo (Thogum) tentam descer a montanha, mas acabam se perdendo.Ao se reencontrarem, precisam decidir entre retornar para o batalhão e enfrentar a Corte Marcial por abandono de posto, ou voltar para a posição da noite anterior e se arriscar a enfrentar um ataque surpresa do inimigo. Um jornalista (Ivo Canelas) lhes conta sobre um campo minado ativo e eles acham ser essa a chance de se redimirem da mancada que cometeram.

Fonte > Montedo

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Governo dos EUA pede ajuda de Hollywood para construir seu Homem de Ferro

Aparentemente o governo dos Estados Unidos está realmente ansioso para desenvolver a sua própria versão do Homem de Ferro. Não é a primeira vez que o assunto toma a pauta oficial do país, e até mesmo o presidente Obama já deu declarações a respeito desse projeto. Como não é possível encontrar Anthony Stark para desenvolver a super armadura, os militares decidiram atrás da segunda melhor coisa: os projetistas e criadores dos efeitos especiais do filme da Marvel.
Lindsay MacGowan, a fundadora da Legacy Effects que também trabalhou nos recentes Robocop de José Padilha e X-Men: Dias de um Futuro Passado, disse que: “É uma tarefa árdua, porque a vida de alguém estará nas nossas mãos”. Esta é apenas uma das empresas contratadas pelo Departamento de Defesa para o Projeto TALOS (Tactical Assault Light Operator Suit ou Vestimenta Operativa Leve de Assalto Tático). As outras companhias incluem um grupo de pesquisa canadense que estuda lutadores de sumô e como eles conseguem ser ágeis e resilientes carregando tanto peso, outro grupo na Flórida especializado em armaduras medievais, e a Ekso Bionics, cujo o foco é o desenvolvimento de exoesqueletos para possibilitar a locomoção de deficientes.

Um futuro promissor?

Para alívio dos fãs de super-heróis, os militares alegam que este projeto será bem diferente. No lugar de formas tradicionais de desenvolvimento, o Pentágono está contratando pensadores, especialistas de Hollywood e outras abordagens diferentes do normal. Tudo com o objetivo de ter um protótipo concreto e mais barato até 2018, ou pelo menos resultados bons o suficiente para que o governo renove seu contrato com o projeto, aumentando o orçamento do mesmo. Leia mais...
Fonte > tecmundo

11 Armas para temer o exército Israelense

O mundo ficou estarrecido com a queda do avião MH17, da Malaysia Airlines, que foi atingido por um míssil SAM supostamente disparado por militantes separatistas pró-Rússia.
No mesmo dia o governo israelense ordenou uma ofensiva terrestre na Faixa de Gaza com a intenção de destruir os túneis utilizados para atividades terroristas em Israel. A iniciativa é “atingir significativamente as infraestruturas terroristas do Hamas e dar segurança aos cidadãos de Israel”, comunicou o gabinete do primeiro ministro Benjamin Netanyahu.
A região já foi palco de muitos conflitos, por isso o exército de Israel investe muito em tecnologia militar. Nós separamos alguns dos principais armamentos do arsenal militar do país.
O orçamento do exército é de US$ 57,7 bilhões, ou seja, cerca de 6,9% do PIB do país (dados de 2011). Ao todo, Israel conta com 176.500 militares na ativa e tem mais 445.000 na reserva.

Sa'ar 5

O Sa'ar 5 é uma classe de corvetas de combate israelenses. Foram construídas por uma das maiores construtoras de navios dos Estados Unidos, com base em projetos israelenses. Ao todo foram produzidos três corvetas que possuem sonar, torpedos, lançadores de mísseis e até mesmo um heliporto e um hangar para helicóptero.
O navio possui 85 metros de comprimento e pesa 1.227 toneladas quando está completamente carregado. Possui um sistema de propulsão híbrido que funciona com diesel ou gás.

Helicóptero AH-64 Apache

O Apache é um dos helicópteros militares mais mortais do mundo. Desenvolvido nos Estados Unidos em 1975, ele já esteve presente em diversos ambientes hostis com elevadas taxas de sucesso. O Apache é excepcionalmente eficiente na destruição de veículos blindados e tanques.
A aeronave possui sensores e sistemas de visão noturna para facilitar a identificação de alvos em praticamente qualquer situação. Os armamentos do Apache consistem em mísseis do tipo Hydra 70 e metralhadoras M230 de 30 mm.

Hermes 900

O Hermes 900 é uma aeronave israelense não tripulada desenvolvida para missões táticas de média altitude e de grande duração. Ele possui energia para voar por até 30 horas a uma altitude de cerca de 10 mil metros.
O Hermes é pequeno: ele mede cerca de 8,3 metros de comprimento e pesa pouco mais de uma tonelada, podendo carregar até 300 kg. Ele também possui sistemas autônomos de pouso e decolagem. Essa aeronave não é exclusividade de Israel: o Brasil é um dos países que operam com o Hermes 900.

Tanque Merkava mk4

O Tanque Merkava mk4 é um dos principais veículos de guerra do exército israelense. O modelo foi criado em Israel para se adaptar às condições locais. Entre as principais características do tanque está a garantia de máxima sobrevivência da guarnição, poder de fogo e mobilidade. A blindagem resiste contra explosivos incendiários.
O armamento principal é um canhão de 120 mm, mas ele também pode lançar morteiros e possui três metralhadoras secundárias, sendo duas de 7,62 mm e uma de 12,7 mm. O Merkava pode atingir até 65 km/h na estrada e 55 km/h em terreno irregular. Isso graças a um motor a diesel de 1500 cavalos de potência.

M270 – Sistema Múltiplo de Lançamento de Foguetes

O M270 é um lançador de foguetes completo. Ele pode lançar mísseis em direção a alvos distantes até 300 km a uma altitude de 50 km. Após disparar os mísseis balísticos ele pode rapidamente mudar de posição para evitar contra-ataques.
O M270 pode disparar até 12 mísseis em apenas 40 segundos ou até 2 mísseis em apenas 10 segundos. Apesar de sua produção ter sido encerrada em 2003, os veículos continuam em atividade em diversos locais do mundo, incluindo Israel.

Submarinos Dolphin

Esses submarinos possuem propulsão híbrida diesel-elétrica e medem cerca de 57 metros de comprimento. Ao todo ele é capaz de carregar 6 torpedos de 533 mm e 4 torpedos de 650 mm. Quando está submerso, um submarino Dolphin pode pesar até 1.900 toneladas.

Aeronave não tripulada Eitan

O Eitan é um avião não tripulado desenvolvido para missões de reconhecimento. Ele pode voar mais alto que aeronaves comerciais e possui sistemas de pouso e decolagem completamente automáticos. O Eitan também carrega um triplo sistema de redundância para garantir a segurança dos voos.
O avião pesa cerca de 2 toneladas e mede 13 metros de comprimento. Ele possui energia para voar em uma altitude de quase 14 mil metros por até 70 horas a uma velocidade máxima de 370 km/h.

Blindados não tripulados Guardium

O Guardium é um veículo terrestre blindado não tripulado utilizado para missões de reconhecimento, principalmente em regiões de fronteiras. O objetivo é garantir a segurança de soldados em áreas consideradas de risco. O Guardium possui uma série de câmeras e sensores de diversos tipos. Apesar de não ser um veículo de ataque, o Guardium pode utilizar um pequeno arsenal para combater ataques hostis.

Tanque M109 A5

O M109 é um tanque de guerra desenvolvido nos Estados Unidos. Esse tanque é um veículo já bastante conhecido, sendo utilizado por muitos exércitos diferentes de todo o mundo, inclusive o Brasil. O M109 carrega seis tripulantes: 2 carregadores, atirador, assistente de atirador, comandante e motorista.
O canhão principal do M109 é um Howitzer de 155 mm, e uma das armas secundárias é uma metralhadora M2 calibre 50 mm. Além disso ele também possui lançador de granadas e uma metralhadora M240.

Caterpillar D9

A Caterpillar D9 é uma escavadeira blindada construída para atuar em terreno de batalha. Entre suas utilidades está a terraplanagem, demolição de construções e detonação de explosivos. Ela é responsável por abrir caminho para veículos de combate mais pesados.
A Caterpillar não cria veículos militares; as alterações são obra do próprio exército israelense, que encontrou na D9 uma excelente “arma” para auxiliar durante as batalhas.

Mísseis Arrow

Os mísseis Arrow são um projeto de parceria de Israel com os Estados Unidos. Eles pertencem a uma família de mísseis antibalísticos, ou seja, um sistema de defesa desenvolvido para interceptar outros tipos de foguetes. Possui um alcance médio de 90 a 148 km e possui precisão de 4 metros.
FONTE(S)
IMAGENS

Minustah: a rotina no Campo Charlie, maior instalação militar da ONU no mundo

Minustah - 10 anos


Base da Minustah em Porto Príncipe abriga 1.200 militares do Batalhão de Infantaria de Força de Paz
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Campo Charlie, cuja área totaliza 513.500 m² no bairro de Tabarre, em Porto Príncipe (Brabat)
Marsílea Gombata

Porto Príncipe - São 70 quilos de arroz, 70 de feijão e 200 de carne. A preparação para o almoço de mais de 1 mil militares começa cedo. Às 3h30 da manhã parte da equipe chega para preparar o café da manhã do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (Brabat), enquanto outros começam a fazer o almoço dos estrangeiros que compõem a Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti).
A tarefa faz parte de uma manhã comum no Campo Charlie – maior instalação militar da ONU no mundo – que abriga o Brabat. No restaurante conhecido como Rancho comem 1.200 militares, sendo 888 do Exército Brasileiro, 244 da Marinha, 34 da Força Aérea Brasileira, 31 das Forças Armadas do Paraguai, 2 do Exército canadense e 1 da Bolívia ou do Peru, que se revezam a cada seis meses, quando o contingente é trocado.
No refeitório, que tem capacidade para acomodar 250 pessoas sentadas, há café da manhã, almoço, jantar e ceia. 

Segundo o chef Francisco Pinheiro, tudo servido no batalhão é fornecido pela própria ONU, que consegue os alimentos à base de licitação. Os produtos vêm de diferentes partes do mundo. Enquanto o arroz costuma ser do Cazaquistão, o feijão é colhido na China ou no Paquistão, enquanto a carne é produzida na Austrália. “Nada vem do Brasil. São alimentos diferentes dos quais estamos acostumados a cozinhar”, explica. “O arroz, por exemplo, tem muito mais amido. Se desgrudamos o olho dele por 1 minuto já gruda tudo”.
Em noites especiais, quando há massa e pizza, são ao menos 90 quilos de macarrão. Guloseimas como chocolate e fritura, no entanto, estão vetados. “Muitos militares aqui vivem um cotidiano de bastante ansiedade, e não queremos que descontem na comida. Aqui, a alimentação tem um peso maior do que numa situação normal”, conta Pinheiro.

No Campo Charlie, cuja área totaliza 513.500 metros quadrados no bairro de Tabarre em Porto Príncipe, ficam também os alojamentos de todos os militares da missão da ONU, além de uma pista de corrida, campo de futebol, quadra de tênis, piscina. Há ainda uma academia de ginástica, mesas de pebolim e sinuca. Os militares vivem ali em regime de confinamento, saindo da base apenas para operações pelas ruas da capital ou outras cidades do país.
O único aspecto que marca a virada de semana ou o suposto dia de folga é o jantar de sábado à noite fora das dependências do Rancho. No bar Marabá, batizado em homenagem à cidade onde foi treinado o atual contingente, o cardápio é bem menos balanceado aos finais de semana, com arroz carreteiro ou estrogonofe, servidos em pratos e talheres descartáveis. Acompanham a dieta do sábado, quando o refeitório principal é dedetizado, refrigerante e sorvete – açúcares incomuns no dia a dia à base de suco e frutas. Axé e forró ao fundo dão o tom descontraído entre os militares. “Nem sempre tem esse som, não. Acho que o povo tá animado por causa do jogo do Brasil de ontem”, observou a capitã do Exército Cacilda Leal, um dia depois de o Brasil derrotar a Colômbia pelas quartas de final da Copa do Mundo.

O futebol mais longo no fim de tarde também faz lembrar que é sábado, assim como a feira de artesanatos sob segurança dos fuzileiros navais na entrada do campo – com o porém de o evento ser aberto para consumidores estrangeiros, mas não para haitianos.
O Brasil é o maior contribuinte da missão, a qual chefia desde junho de 2004. Desde então, 20 contingentes de tropas, totalizando mais de 20 mil militares brasileiros, já passaram pelo Haiti. Além do Brabat, a parte brasileira da missão mantém 177 engenheiros da Companhia de Engenharia da Força de Paz (Braengcoy), responsáveis pela mobilidade das tropas e pelo mapeamento para obras de infraestrutura.

Dentre as principais atribuições do batalhão estão a escolta de comboio e segurança de autoridades, blitzen, operações conjuntas com a Política Nacional Haitiana (PNH) e a Polícia da ONU (UNPOL) e, principalmente, patrulhas a pé e com blindados em 32 dos 36 quilômetros quadrados de Porto Príncipe. Na capital, além do Brabat na Base General Bacelar, o efetivo brasileiro é responsável pela base de Cité Soleil, a base do Forte Nacional, o Ponto Forte 09, em Cité Militaire, e a base do Porto.
O principal propósito da missão, que já custou ao Brasil 2,11 bilhões de reais (sendo 741 milhões de reais reembolsados pela ONU) era projetar a PNH como a principal força de segurança, assessorados pela UNPOL e pelo componente militar da missão. 

O objetivo foi parcialmente conquistado, segundo militares brasileiros, pois o policial haitiano não se sente seguro para atuar em determinadas áreas.
Dentro de uma das viaturas do batalhão, um adesivo ao lado esquerdo do motorista alerta: “Sua educação é a imagem do BRABAT”. A aclaração feita pelo capitão-de-mar-e-guerra Osmar da Cunha Penha talvez o justifique: “O militar está preparado para a guerra. Treinar esse uso gradual da força permite frear esse espírito guerreiro”, disse. “Isso é feito para todo um contexto que exige uma forma diferente de atuação. É algo que precisa ser exaustivamente tratado”.

A participação na Minustah é o principal envolvimento do Brasil em operações de manutenção da paz. Desde 1948, o País esteve em mais de 30 operações de manutenção da paz, tendo cedido um total de mais de 24 mil homens a elas. Além de operações no Congo, Angola, Moçambique, Libéria, Uganda, Sudão), integrou missões em El Salvador, Nicarágua, Guatemala, Camboja, Timor-Leste, Chipre e Croácia). Cedeu tropas apenas a cinco operações: Suez (UNEF I), Angola (UNAVEM III), Moçambique (ONUMOZ), Timor-Leste (UNTAET/UNMISET) e Haiti (Minustah).

CARTA CAPITAL/montedo.com/portalsgda

8 Navios de Guerra sinistros que vão comandar os sete mares

Dariamente, o TecMundo, traz notícias dos mais variados tipos sobre o mundo tecnológico. Entretanto, não é muito comum falar sobre navios e tecnologias bélicas, já que esses tipos de produtos levam certo tempo para serem desenvolvidos — e você dificilmente encontra notícias sobre rumores de uma embarcação da marinha americana.
Fato é que esse “mundo” está em constante evolução, sendo que inúmeros países realizam uma série de pesquisas e de encomendas para ampliar suas frotas. Muitos desses “navios de guerra” não vão entrar em combate, mas é sempre importante estar preparado, já que, eventualmente, pode acontecer algum conflito.
Hoje, o Tecmundo traz informações sobre algumas das embarcações com designs mais arrojados da atualidade. Alguns visuais parecem inspirados até mesmo em filmes de ficção científica, aproveitando alguns traços de naves espaciais.

1. USS Zumwalt (DDG 1000)

Ele é gigante, rápido e muito poderoso. Equipado com duas turbinas Rolls-Royce Marine Trent-30 e duas turbinas Rolls-Royce RR4500, esse contratorpedeiro (ele serve para destruir mísseis) tem potência de 78 MW (megawatts) e se desloca a 56 km/h. Pode parecer pouco, mas é uma velocidade considerável se pensarmos que estamos tratando de uma embarcação que tem deslocamento (termo comumente usado para determinar a massa de um navio) de 14.797 toneladas.
A Marinha dos Estados Unidos investiu US$ 3,5 bilhões para a construção do USS Zumwalt, para que ele possa carregar cerca de 80 mísseis (podendo carregar mais, dependendo do modelo utilizado) e transportar até 3 helicópteros do tipo MQ-8 Fire Scout, que são do tipo não-tripulado. Com quase 183 metros de comprimento, este gigante deve desbravar os oceanos em 2015.

2. USS Gerald R. Ford (CVN 78)

Batizado em homenagem ao ex-presidente americano Gerald Rudolph Ford Jr., que também foi tenente-comandante na Marinha dos Estados Unidos, o USS Gerald R. Ford foi lançado em 2009, mas só deve entrar em serviço no ano que vem. O valor total do projeto ultrapassou os US$ 17 bilhões, número justificável se considerarmos o armamento de tecnologia avançada e o sistema de propulsão.
Medindo incríveis 337 metros de comprimento, este porta-aviões tem deslocamento de 101.604 toneladas e pode carregar mais de 75 aeronaves (sim, você leu direito). Mesmo com tamanha quantidade de carga e a massa extraordinária, os dois reatores nucleares do tipo A1B têm poder para fazer a embarcação se deslocar a 56 km/h.

3. USS Coronado (LCS 4)

Ela não é tão grande (tem 127 metros de comprimento), nem carrega muito peso (apesar de que pode transportar até 2 helicópteros), mas sua velocidade é superior — chegando até a 87 km/h — e o armamento é consideravelmente assustador (ele carrega dezenas de mísseis).
A missão do USS Coronado é bem diferente das que citamos anteriormente. Este navio serve para combate litorâneo, sendo útil para navegar em áreas rasas e combater submarinos, minas e outras embarcações na superfície. O USS Coronado (LCS 4) começou suas atividades em abril de 2014.

4. USNS Spearhead (JHSV 1)

A Marinha dos Estados Unidos tem uma série de embarcações para todos os tipos de ocasiões. O USNS Spearhead, por exemplo, é um navio para transporte de tropas e veículos menores. Ele pode transportar até 312 soldados (sendo que há 150 acomodações para viagens mais longas). Para casos de emergência, este navio tem espaço para aterrissagem de helicóptero.
Justamente por carregar menos peso e não necessitar de muito espaço para aviões, este navio não é tão gigante (o comprimento é de “apenas” 103 metros). O deslocamento é de “somente” 1.515 toneladas, mas a redução nas medidas o ajuda a chegar a velocidade de 80 km/h. Por conta de utilizar menos materiais, esse navio custa míseros US$ 214 milhões.

5. HMS Queen Elizabeth (R08)

Os Estados Unidos têm uma frota exemplar, mas o Reino Unido não fica para trás quando o assunto é presença marinha. O HMS Queen Elizabeth (R08) entrou em operação há menos de um mês, mas já foi notícia em muitos locais por conta de seu design ousado e suas especificações exageradas. Até parece uma mistura de nave espacial com navio.
São 65 mil toneladas de deslocamento em uma estrutura que mede 280 metros de comprimento. O HMS Queen Elizabeth é um porta-aviões que pode carregar até 40 aviões. Este navio conta com várias metralhadoras e alcança uma velocidade de até 46 km/h.

6. HMS Defender

Este contratorpedeiro britânico começou a atuar em 2013, impressionando o mundo com seu incrível arsenal e o sistema de propulsão composto por peças da Rolls-Royce, da Wärtsilä e da GE. O armamento dele conta com mísseis antiaéreos, alguns que podem atingir alvos que estejam a até 120 km de distância.
O HMS Defender ainda tem algumas metralhadoras para combates próximos. Ele navega em uma velocidade de até 54 km/h, o que é razoável considerando seu deslocamento de 8 mil toneladas — o comprimento é de 152 metros. Este navio ainda tem espaço para carregar alguns helicópteros e torpedos de grande porte.

7. HMAS Canberra (LHD 02)

Esta embarcação australiana ainda está em construção, mas deve ficar pronta ainda este ano. Voltada exclusivamente para transporte e aterrissagem de helicópteros, esta gigante mede 230 metros de comprimento, sendo que seu hangar tem espaço para acomodar até 18 helicópteros. No deck de veículos, há espaço para guardar até 110 veículos.
O deslocamento é de 27.500 toneladas, o que complica o trabalho para o sistema de propulsão, que, mesmo com equipamento de alta potência, não consegue fazer o navio viajar a mais do que 37 km/h. O armamento não é tão violento (são apenas 6 metralhadoras e alguns canhões automáticos), até porque é um navio para transporte.

8. Type 052D Destroyer

Para finalizar nossa lista temos um navio chinês. Assim como os Estados Unidos, a Marinha da China (também conhecida como Marinha do Exército de Libertação Popular) tem navios de diversos tipos. O Type 052D é um contratorpedeiro que se destaca pelo arsenal preparadíssimo para quaisquer situações (são várias metralhadoras e sensores).
Este navio mede 156 metros de comprimento e tem deslocamento de 7.500 toneladas. É claro que há um espaço para pouso de helicóptero, dando uma utilidade adicional à embarcação. O Type 052D (de codinome Kunming) entrou em operação em março de 2014.
É claro que esses são apenas alguns dos tantos navios mais modernos que existem. Há diversos países que possuem outros modelos gigantescos e recheados de segredos. Muitas dessas embarcações jamais são utilizadas realmente para combate, mas todas estão sempre bem preparadas. Qual é sua favorita? Conhece algum outro gigante do mar?