terça-feira, 3 de março de 2015

Conheça os 10 veículos mais poderosos e caros construídos para a guerra.

Eduardo Harada


Caso você seja uma pessoa que gosta de ostentar, provavelmente deve adorar essas matérias que mencionam os itens mais caros de uma determinada categoria. Nós já divulgamos uma lista com os carros blindados, os relógios, os smartphones, os mouses, os domínios, os jogos e até mesmo os hambúrgueres mais caros que existem. Algumas dessas seleções até podem estar ultrapassadas, mas a que trazemos hoje é atual e extrapola todos os preços apresentados até agora.
Preparem-se para conhecer os 10 veículos militares mais caros que existem. Como muitos devem imaginar, as guerras e confrontos são fatores determinantes para o surgimento de uma variedade gigantesca de parafernálias tecnológicas e ainda hoje são responsáveis por produzir alguns dos itens mais caros que já passaram por essa terra. Portanto, esteja pronto para se surpreender com o preço de cada veículo da nossa lista.

10. Porta-aviões INS Vikramaditya – US$ 2,35 bilhões
Era quase certo que os porta-aviões estariam presentes nessa lista. Além de toda a tecnologia empregada em sua construção, o tamanho descomunal faz desse tipo de veículo algo extremamente caro. Esse é o caso do INS Vikramaditya comprado do exército russo pelo governo da Índia. Junto com o nome complicado, esse porta-aviões traz uma carcaça de quase 45 mil toneladas, 284 metros de comprimento e 60 metros de largura. Ele é impulsionado por oito caldeiras alimentadas por diesel e comporta até 2 mil tripulantes e 30 aviões e helicópteros. O preço? Apenas US$ 2,5 bilhões (quase R$ 6,8 bilhões em conversão direta).

9. Caça B-2 Spirit Stealth Bomber – US$ 2,4 bilhões
Apesar de ser bem menor que o porta-aviões anterior, esse caça é ainda mais caroe o único veículo aéreo da lista. O B-2 Spirit Stealth Bomber tem como destaque a dureza, sendo capaz de resistir a missões extremamente perigosas graças a sua carcaça resistente o suficiente para impedir a entrada de radiação proveniente de ataques nucleares. Com o custo de produção de US$ 2,4 bilhões (aproximadamente R$ 7 bilhões), essa aeronave consegue carregar até 22 mil quilos de armamento e percorrer até 11 mil quilômetros com um tanque cheio.

8. Porta-aviões Varyag – US$ 2,4 bilhões
Avaliado em US$ 2,4 bilhões (quase R$ 7 bilhões), esse porta-aviões da Varyag pertenceu à União Soviética, mas passou para a Ucrânia depois que o estado socialista se dissolveu, em 1991. Alguns anos depois, o veículo foi adquirido pelo governo chinês por apenas US$ 20 milhões, estando atracado até hoje e sem nenhum uso aparente. O governo norte-americano, entretanto, está de olho para ver o que a China pretende fazer com esse “brinquedinho”.

7. Submarino Virginia Class – US$ 2,5 bilhões
O primeiro submarino da lista, o Virginia Class, pertence ao governo dos Estados Unidos e é avaliado em US$ 2,5 bilhões (aproximadamente R$ 7,2 bilhões). Alimentado por um reator nuclear poderosíssimo, esse veículo conta com 12 lançadores verticais de mísseis e ainda é capaz de lançar um mini-submarino para missões de exploração e combate.

6. Porta-aviões USS America – US$ 3,4 bilhões
Os famosos porta-aviões dos Estados Unidos fazem a sua estreia na lista com o USS America, um dos veículos mais novos da marinha norte-americana nessa categoria e que custou “somente” US$ 3,4 bilhões (aproximadamente R$ 9,8 bilhões). Esse “monstro” é movido por um sistema de turbinas a gás e é capaz de comportar até 34 aeronaves em seu deck gigantesco de quase 8 mil m².

5. Porta-aviões Charles de Gaulle – US$ 4 bilhões
O projeto de 1986 que concebeu esse porta-aviões foi rodeado de controvérsias. Por conta disso, apenas recentemente o veículo foi colocado em ação. O Charles de Gaulle é movido por dois reatores nucleares, o primeiro exemplar do governo francês a utilizar esse tipo de propulsão. Ele é capaz de comportar 40 aeronaves e tem impressionantes 260 metros de comprimento por 62 metros de largura. O preço? Só US$ 4 bilhões (quase R$ 11,5 bilhões em conversão direta).

4. Submarino HMS Astute – US$ 5,5 bilhões
Esse submarino da marinha do Reino Unido – também chamada de “Royal Navy” – passou por uma situação bastante constrangedora há alguns anos. Em 2010, provavelmente por causa de um mau planejamento de rota, o gigantesco veículo marinho acabou encalhando na costa da Escócia. Mesmo o seu motor movido à energia nuclear não foi capaz de retirá-lo dali, necessitando da ajuda de outras embarcações. Será que houve muito danos nessa estrutura que custou nada menos que US$ 5,5 bilhões (aproximadamente R$ 15,8 bilhões)?

3. Navio de guerra DDG 1000 Zumwalt-Class Destroyer – US$ 7 bilhões
O orçamento inicial do navio de guerra DDG 1000 Zumwalt-Class Destroyer estava previsto para US$ 3,8 bilhões quando a marinha dos Estados Unidos iniciou o projeto. Ao terminá-lo, nada menos que US$ 7 bilhões (quase R$ 20 bilhões) haviam sido gastos para construir esse veículo marinho de última geração. Uma prova de que o investimento foi grande é o fato de a embarcação estar equipada com a poderosa e assustadora railgun.

2. Porta-aviões HMS Queen Elizabeth – US$ 9,3 bilhões
Outro veículo da “Royal Navy” a compor a lista é o porta-aviões HMS Queen Elizabeth. A sua construção passou por problemas similares aos enfrentados pelo navio francês Charles De Gaulle, tendo o seu orçamento inicial dobrado rapidamente por causa do mau planejamento. Apesar disso, essa construção de US$ 9,3 bilhões (aproximadamente R$ 27 bilhões) é considerada o maior navio de guerra do Reino Unido, medindo quase 280 metros de comprimento, 70 de largura e pesando 65 mil toneladas.

1. Porta-aviões USS Gerald Ford – US$ 13 bilhões
Havia alguma dúvida de que o veículo militar mais caro do mundo pertenceria aos Estados Unidos? O porta-aviões USS Gerald Ford vai custar nada menos que US$ 13 bilhões (quase R$ 38 bilhões em conversão direta) para ser construído e tem previsão de ser oficialmente lançado ao mar em 2019. Ele é simplesmente gigantesco: com 337 metros de comprimento, esse navio é capaz de comportar até 5 mil marinheiros. É muita coisa, não é mesmo?

E aí, o que acharam dessa seleção? Sentiram falta de algum tipo de item? Ao lerem “veículos militares”, muitos devem ter imaginado um tanque de guerra ou mais aeronaves. Mas, diante desses “monstros” apresentados, temos que admitir que porta-aviões e submarinos são bem mais caros que veículos terrestres e aéreos. FONTE(S)TheRichest/Kent Tukeli - IMAGENS:TheRichestShutterstock
TechMundo/montedo.com

Ministro da Defesa confirma que Exército sai em junho da Maré

Jaques Wagner reconhece que GLO é um 'caso delicado'.

"Não podemos estender indefinidamente", diz ministro.
Soldados do Exército na comunidade da Maré (Foto: Carlos Moraes/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)
Soldados do Exército na comunidade da Maré (Foto: Carlos Moraes/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)
Henrique Coelho, do G1 Rio
O ministro da Defesa, Jaques Wagner, afirmou nesta segunda feira (2) que o mês de junho será o limite para a permanência das Forças Armadas no conjunto de favelas da Maré, na Zona norte do Rio. Segundo o ministro, o papel do Exército não o de ocupar a comunidade. Na semana passada, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, já havia sinalizado o prazo como limite para a presença dos militares na região.

"Estamos em processo de diminuição gradual do contingente na Maré. Já está assinado um decreto com o governador (Pezão) para que as Forças Armadas saiam em junho ou julho, no máximo", explicou o ministro após a aula magna do curso Superior de Defesa da Escola de Guerra Naval, realizada nesta segunda na Urca, Zona Sul do Rio.
A região, com 15 comunidades, possui a presença de duas facções de traficantes de drogas e também a presença de milicianos.
Desde março de 2014 nas comunidades do conjunto, os homens da Força de Pacificação têm dificuldades para controlar os tiroteios intensos em alguns pontos da Maré.

"Todos nós sabemos que a Garantia da lei e da ordem é uma exceção, é um caso delicado, já aplicado também quando fui governador na Bahia. Não se prorroga uma estadia como essa indefinidamente", alertou o ministro.

Fonte > G1/montedo.com

Sai o FAL, entra o IA-2 novo fuzil do Exército Brasileiro


Adotado pela ditadura nos anos 60 como o fuzil de assalto padrão do Exército, o FAL começou a ser aposentado para dar lugar ao IA2, criado e desenvolvido como parte da política de incentivo à indústria nacional de armamentos.
Mais curto e mais leve, com 85 cm e 3,4 kg sem o carregador –contra 1,10 m e 4,2 kg do FAL–, o IA2 foi idealizado e vem sendo aperfeiçoado desde 1995 pela Imbel (Indústria de Material Bélico do Brasil), empresa pública vinculada ao Ministério da Defesa, em sua fábrica de Itajubá (MG).
A aposentadoria completa do FAL vai depender do ritmo de compras, mas a Imbel informou que o Exército já determinou "a adoção oficial" do IA2, o que projeta uma troca total de 140 mil armas.

A viabilidade comercial e técnica do fuzil é parte do sonho de setores das Forças Armadas de tornar a defesa nacional forte o suficiente para se declarar independente de fornecedores internacionais.
"No mínimo para inibir ameaças externas, não que vamos nos tornar beligerantes. Para defender a Amazônia, por exemplo. Essa dissuasão, um país continental como o Brasil precisa ter", disse o chefe do Departamento Comercial da Imbel, o coronel da reserva Celestino Kenyu Kanegusuku.
Após a ordem do Exército de adotar o IA2, a Imbel aguarda medida semelhante na Marinha e na Aeronáutica. A Folha apurou que ambas relutam em tirar o FAL de circulação, por hábito e confiança na antiga arma –um modelo de desenho belga feito sob licença no país.

A Imbel já vendeu ao Exército cerca de 6.000 unidades. Outras 5.000 devem ser adquiridas até o fim do ano.
O novo fuzil, em versão carabina (com tiro semiautomático), foi vendido também à Polícia Militar paulista, à Polícia Civil mineira e à Força Nacional, vinculada ao Ministério da Justiça.
Questionada sobre a comparação do desempenho do IA2 com outros fuzis em ambientes úmidos, como na Amazônia, a Imbel informou que o fuzil foi a única arma do gênero "submetida a exames oficiais desta natureza".

fONTE > Folha de São Paulo, via Notimp/montedo.com

segunda-feira, 2 de março de 2015

A fundamental aliança com as Forças Armadas.


Motta Araújo

Os grandes países que têm projetos nacionais costumam ter um poder civil em FORTE ALIANÇA com o poder militar. É uma aliança essencial para um país caminhar guiado por projeto estratégico. No Brasil a partir da Constituição de 88 essa aliança foi desprezada, com grave perda ao País.
Forças Armadas são instituições essenciais a um Estado Nacional. Por sua longevidade, tradição, ritual, treinamento, senso de hierarquia, patriotismo elas são um CAPITAL valioso para um um Governo.
Na formação do Estado brasileiro as Forças Armadas constitui-se em alicerce de construção do Pais. A História do Brasil sempre teve personagens militares de primeiro plano, influentes e orientadores do Governo.
Nomes de ruas e avenidas como Benjamin Constant, Floriano Peixoto, Hermes da Fonseca, Menna Barreto, Caetano de Farias, Pandiá Calogeras, Leite de Cstro, Estillac Leal, todos Ministros militares, foram artífices da formação do País.
No Governo JK a implantação da indústria automobilística teve a coordenação do Almirante Lucio Meira, os fundamentos da pesquisa e desenvolvimento nuclear tiveram o Almirante Álvaro Alberto como pioneiro, a EMBRAER nasceu sob a inspiração do Brigadeiro Montenegro, a Petrobras teve contribuição essencial de militares como Janari Nunes, Stenio de Albuquerque Lima, Adhemar de Queiroz, Almirante Faria Lima, General Ernesto Geisel.

Essa aliança entre o Poder Civil e o Militar foi DESPREZADA pelos governos da Constituição de 88 mostrando uma MIOPIA falta de sedimentação histórica, de habilidade no manejo dos instrumentos de poder, insensibilidade absoluta, os militares poderiam colaborar muito mais com o País mas foram na realidade ENCOSTADOS como um "mal necessário", um estorvo, cercado por ""comissões da verdade" e um anel de "movimentos sociais"", na essência anti-militares, que não sendo governo influenciam os governos contra a conexão e parceria com o mundo militar.
Nos EUA, França e Inglaterra os militares tem grande presença no Governo, nas empresas, nas instituições de ensino.
É um patrimônio caro e raro que o Pais deve usar para todas as tarefas mas prefere usar o menos possível.

Na Russia, na China, na India, a presença, prestígio e atuação do estamento militar é muito mais forte do que no Brasil.
Um episódio, UM APENAS, de meu conhecimento pessoal registra o que o Pais perde por colocar os militares atrás da cortina. A mais importante refinaria de petróleo do Pais, a pioneira Refinaria de Cubatão, teve sua construção dirigida pelo General Stenio de Albuquerque Lima, do começo ao fim. Conheço a família. O General, depois Marechal, começou e terminou a refinaria com o mesmo automóvel, na mesma casa, não trocou nem a geladeira. Essa é a aliança que a mediocridade de civis desprezou e que custou caro ao País. Nenhum grupo de brasileiros tem a coesão, a visão do interesse nacional, o patriotismo e a formação coletiva estável e uniforme mehor que os militares. Tivessem dois ou três militares na diretoria da Petrobras, a estória dessa crise poderia não ter existido.
A agenda dos governos "sociais"centrou-se apenas em garantir minorias contra a essência do Estado nacional.

Militares em aliança com o Governo JAMAIS permitiriam a loucura, a estupidesz, a falta de sentido estratégico de se criar uma reserva indígena NA FRONTEIRA norte do Brasi, a inaceitável Reserva Raposa Serra do Sol em Roraima, destruindo o desenvolvimento que vinha acelerado de um Estado estratégico para dar um santuário a 13 mil índios na idade da pedra lascada, fazendo divisa com seus iguais na Venezuela, abrindo espaço para inúmeras ongs estrangeiras prontas para incentivar uma REPUBLICA YANOMANI. Os militares, mais que civis, tem profunda noção do elemento TERRITÓRIO, um General de primeiríssima linha, como o General Augusto Heleno, protestou e foi neutralizado por mostrar total discordancia dessa ideia e decisão INFELIZ, de iniciativa de um governo sem noção de território e pior ainda, sancionada pelo Supremo Tribunal Federal no caso com relatoria de Ayres Brito.

Um Brasil estilhaçado, com uma agenda exclusiva de concessão de direitos a indivíduos sem nenhuma preocupação com o ESTADO NACIONAL, esquecendo que este foi criado pelo Exército, a mais antiga instituição do Pais, garantidora da própria existenção da Nação desde a expulsão dos holandeses na Batalha de Guararapes.
Governos inconsequentes vão ver na próxima curva da crise a falta que faz esse grande ator da História.
Em graves crises políticas a falta dessa aliança significa a falta de proteção e garantia a Governos que se julgavam fortes.

Fonte > GGN/montedo.com

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O preço médio da gasolina em São Paulo, passará a ser de R$ 3,15. No Distrito Federal, de R$ 3,45

Valor dos combustíveis sofrerá reajuste em março de 2015

Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
Valor dos combustíveis sofrerá reajuste em março de 2015
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou hoje (24) no Diário Oficial da União nova tabela com os preços de combustíveis a serem usados como o preço médio ao consumidor em 15 estados e no Distrito Federal, a partir de 1º de março. Em São Paulo, o preço médio da gasolina passará a ser de R$ 3,15. No Distrito Federal, de R$ 3,45.
Segundo a Secretária da Fazenda do Distrito Federal, o reajuste médio sofreu o impacto do aumento do PIS/Cofins, com efeito cascata no ICMS. A elevação do PIS/Cofins foi publicada no Diário Oficial da União no fim de janeiro como uma das medidas para o governo federal elevar a arrecadação.
Ao anunciar a medida, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, indicou que o aumento dos dois tributos seria corresponde a R$ 0,22 por litro da gasolina e R$ 0,15 por litro do diesel.
Veja como ficam os novos valores no seu Estado (R$/litro):
Acre
Gasolina (R$ 3,74)
Diesel (R$ 3,31)
Alagoas
Gasolina (R$ 3,30)
Diesel (R$ 2,70)
Amazonas
Gasolina (R$ 3,58)
Diesel (R$ 2,85)
Amapá
Gasolina (R$ 3,19)
Diesel (R$ 2,82)
Bahia
Gasolina (R$ 3,34)
Ceará
Gasolina (R$ 3,03)
Diesel (R$ 2,50)
Distrito Federal
Gasolina (R$ 3,45)
Diesel (R$ 2,86)
Espírito Santo
Gasolina (R$ 3,38)
Diesel (R$ 2,79)
Goiás
Gasolina (R$ 3,43)
Diesel (R$ 2,88)
Maranhão
Gasolina (R$ 3,37)
Diesel (R$ 2,88)
Mato Grosso
Gasolina (R$ 3,29)
Diesel (R$ 2,90)
Matro Grosso do Sul
Gasolina (R$ 3,58)
Diesel (R$ 3,09)
Minas Gerais
Gasolina (R$ 3,36)
Diesel (R$ 2,84)
Pará
Gasolina (R$ 3,39)
Diesel (R$ 2,96)
Paraíba
Gasolina (R$ 3,25)
Diesel (R$ 2,79)
Pernambuco
Gasolina (R$ 3,25)
Diesel (R$ 2,79)
Piauí
Gasolina (R$ 3,21)
Diesel (R$ 2,82)
Paraná
Gasolina (R$ 3,28)
Diesel (R$ 2,75)
Rio de Janeiro
Gasolina (R$ 3,47)
Diesel (R$ 2,84)
Rio Grande do Norte
Gasolina (R$ 3,32)
Diesel (R$ 2,78)
Rondônia
Gasolina (R$ 3,50)
Diesel (R$ 3,05)
Roraima
Gasolina (R$ 3,16)
Diesel (R$ 2,86)
Santa Catarina
Gasolina (R$ 3,33)
Diesel (R$ 2,76)
São Paulo
Gasolina (R$ 3,15)
Diesel (R$ 2,75)
Sergipe
Gasolina (R$ 3,25)
Diesel (R$ 2,83)
Tocantins
Gasolina (R$ 3,40)
Diesel (R$ 2,81)
fonte > economia.ig
*com informações da Agência Brasil

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

As 10 maiores manobras militares do Século XX.

Para o bem ou para o mal, elas definiram o mundo em que vivemos hoje.


JEAN-LOUIS MANZON
“A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar”, escreveu o general e filósofo chinês Sun Tzu, autor do livro A Arte da Guerra. Há momentos, porém, que botar as armas de lado está fora de cogitação. Especialmente quando você se encontra sob fogo cruzado. E, tal como numa partida de futebol, a estratégia é fundamental para sair vitorioso do campo de batalha. Por isso decidimos fazer uma lista das 10 maiores manobras militares do século XX. Que, para o bem ou para o mal, definiram o mundo em que vivemos hoje — em que comemos cheeseburger ao invés de chucrute.

10# Gallieni e os Táxis de Paris
Rumo ao front: não há cálculo exato, mas imagina-se que entre 600 e 3 mil táxis foram envolvidos na operação que evitou a rendição de Paris (foto: Branger/Roger Viollet/Getty Images) - Guia do Estudante
Se você já foi a Paris e pegou um táxi, provavelmente foi maltratado. Mas nada que se compara com o que os taxistas parisienses fizeram contra o exército alemão na 1ª Guerra Mundial. Em 1914, os alemães chegaram a 40 quilômetros de Paris. O governo evacuou a cidade e convocou o general Gallieni para assumir a defesa da capital.
No início de setembro, enquanto as tropas do comandante francês Joffre sofriam pesadas baixas, o 1º Exército alemão manobrou para o Leste numa tentativa de flanquear as defesas francesas e tomar Paris. Gallieni viu nisto uma oportunidade.
Cerca de 600 táxis parisienses foram recrutados para mobilizar a 7º divisão de infantaria e parar o avanço inimigo. Os motoristas perguntavam: “Rodamos pela corrida ou pelo taxímetro?” Mesquinharias à parte, cerca de 5 000 homens a bordo dos carros foram rapidamente reposicionados no front.
O efeito militar da manobra é questionável, mas o primeiro deslocamento motorizado da história teve um efeito real sobre a moral das tropas e da população. Um marco da 1ª Guerra Mundial que rendeu 130 francos para os motoristas.

9# A ofensiva do Tet
Soldados americanos esperam ataque dos vietcongues durante a Ofensiva do Tet, 1968. (Wikipédia)
“Good morning, Vietnam! I love the smell of napalm in the morning…” Este e todos os outros punch lines de Hollywood não estão em filmes que mostram as derrotas americanas no campo de batalha do Vietnã. O motivo? Porque nunca houve uma. Mas ainda sim, os americanos perderam a guerra.
No ano novo lunar vietnamita, o Tet, tradicionalmente havia um cessar fogo. No dia 30 de janeiro de 1968 não seria diferente. Mas foi. Usando uma tática de desinformação, os vietcongs comandados pelo General Hoang Van Thai, que já havia batido os franceses em Dien Bien Phu, mobilizou tropas ao norte, dando a entender que atacaria ali.
Mas, secretamente, por uma rede de túneis e trilhas na floresta, mobilizou 80 mil soldados e lançou um ataque surpresa simultâneo contra mais de 100 cidades, entre elas a capital do Sul, Saigon. Lá um pequeno grupo conseguiu abrir um buraco nos muros da embaixada americana e por poucos instantes dominar o salão principal. Minutos depois, foram mortos ou capturados.
A ofensiva do Tet foi um fracasso militar retumbante, mas foi decisivo na vitória sobre os americanos. As imagens da embaixada destruída, soldados sem comando, o pânico espalhado, mostraram à opinião pública nos Estados Unidos que o estava acontecendo naquele longínquo país era muito diferente da versão oficial. Sem o apoio popular, a máquina de guerra americana emperrou e em 1975 Saigon caiu nas mãos dos comunistas. The end.

8# Patton e Bastogne
Bradley, Eisenhower e Patton em Bastogne (Padre Steve)
George S. Patton é até hoje um dos mais polêmicos generais da história americana. Implacável, intempestivo, culto, motivador e cruel, Patton conhecia a estratégia e história militar como poucos. Na 2ª Guerra Mundial, ele avançou com o 3º Exército americano vencendo mais batalhas e causando mais baixas aos inimigos do que qualquer outro antes (ou depois) dele. No inverno de 1944, os alemães haviam lançado uma contra-ofensiva e cercado a cidade de Bastogne, um entroncamento estratégico de estradas ao norte da França. Lá, as forças da 101º divisão aerotransportada resistiam como podiam.
O General Eisenhower, comandante-supremo das forças aliadas, pergunta a Patton em quanto tempo ele poderia virar 180º e avançar com seu 3º Exército, de mais de 500 000 homens, tanques, aviões e suprimentos 400 km ao norte até Bastogne, para resgatar a 101º. Patton responde: “48 horas”. Eisenhower duvida.
Prevendo um possível ataque por aquela região, dias antes Patton havia dado ordens à sua equipe que preparasse 3 planos distintos para contra-atacar. No momento em que ele recebe as ordens do General Eisenhower para resgatar a 101º divisão, a operação já está em andamento.
Sob um inverno especialmente rigoroso, Patton finalmente chega a Bastogne, seus aviões lançam bombas sobre as posições inimigas e levam suprimentos para a 101º divisão cercada. Os tanques alemães são destruídos, milhares de perdas são causadas aos alemães e Bastogne é liberada.

7# Schwarzkopf e o bombardeio do Iraque
Bombardeio aéreo do Iraque (DefesaNet)
Oriente Médio, 1991. Saddam Hussein à frente de um país empobrecido pelo conflito contra o vizinho Irã, invade o pequeno reino do Kuwait, tomando seus campos de petróleo e passando a controlar, em conjunto com as reservas iraquianas, quase um quarto de toda a produção mundial de óleo cru.
Os Estados Unidos lideraram uma coalização internacional para forçar Saddam de volta às suas fronteiras. Com um ultimato expedido pela ONU, o mundo aguardou 3 meses até que o primeiro tiro fosse disparado. Saddam tinha ao seu dispor o quarto maior exército do mundo e seu plano era levar os EUA a um novo Vietnã: forçar pesadas baixas e vencer pela opinião pública.
O General Norman Schwarzkopf traçou uma estratégia para evitar ao máximo o combate corpo a corpo, tanque a tanque. Em 17 de fevereiro de 1991, o ataque aéreo foi lançado. A primeira onda foi de aviões invisíveis aos radares, até então secretos, que destruiu o sistema de alerta inimigo. A supremacia aérea se estabeleceu nos primeiros minutos de guerra. Se seguiram mais 100 mil voos, despejando 85 mil toneladas de explosivos arrasando as posições iraquianas.
O ataque foi tão surpreendentemente bem sucedido, que quando a invasão terrestre teve vez, as forças de Saddam Hussein já sem comando, sem suprimentos, simplesmente se rendiam e a prometida “mãe de todas as batalhas” nunca aconteceu.

6# Yamamoto e Pearl Harbour
Ataque a Pearl Harbor, com o Almirante Yamamoto no detalha (John Keay)
Em 1941, as tropas do 3º Reich marchavam invencíveis pela Europa e o Império Japonês se expandia pelo oriente. Os Estados Unidos se mantém fora do conflito, mas impõem sérios embargos econômicos ao Japão, principalmente de petróleo. Na época, 80% das importações japonesas de combustível vinham da América.
Ciente de que uma guerra prolongada seria vencida pela força industrial dos Estados Unidos, o Almirante Isoroku Yamamoto traçou um plano ousado: destruir a frota americana do Pacífico antes que ela pudesse entrar em ação. O problema é que ela estava a dezenas de milhares de quilômetros do Japão.
A frota imperial envia em silêncio seus gigantescos porta aviões ao Hawai. Às 7:30 da manhã de 7 de dezembro, mais de 400 caças e bombardeiros avançaram indetectados sobre a maior base naval americana da região. Mal informados, mal treinados e com comunicações precárias, as perdas foram gigantescas para os EUA. Encouraçados, destróieres, aviões, soldados — nada do que estava em Pearl Harbour restou. A operação foi um sucesso.
Poderia ter sido o fim, mas não foi. O que os japoneses não sabiam é que os porta aviões americanos estavam realizando exercícios ao longo da costa, e esses navios vieram a ter um papel fundamental em Midway, anos depois, na aniquilação da frota imperial.

5# A Virgem Maria e o Milagre da Marne
Maria teria guiado os franceses (Lourdes)
Na 1ª Guerra Mundial, as forças alemãs comandadas por Von Kluck, Von Bülow e Von Moltke haviam contornado as defesas francesas pela Bélgica e chegado a poucos quilômetros de Paris. O general Von Kluck declara: “Que a França desapareça para sempre!”
A situação era desesperadora. O General Foch, no comando do 9º exército francês, escreve a seus superiores sobre sua situação próximo ao rio Marne: “Minha direita está sob forte pressão, o centro está cedendo, impossível de manobrar. Situação excelente, eu ataco!” Descobrindo por sua aviação uma brecha entre as forças alemãs, essa é justamente a ordem suicida que ele dá.
Os soldados franceses relatam que ao receberem a ordem de deixar as trincheiras e avançar sobre o inimigo, uma mulher vestida de branco os guiava. Soldados alemães diziam que uma mão desceu dos céus e os impediu de prosseguir. No dia 8 de novembro, aniversário da Virgem Maria, começa a retirada alemã e ocorre o mito do Milagre da Marne.
Por mais uma semana os alemães são perseguidos pelos franceses, ingleses e aliados até finalmente se reforçarem na retaguarda. Os dois lados se enterram em trincheiras, de onde não sairiam mais pelos próximos 4 anos.

4# Moshe Dayan e a Guerra dos 6 dias
O general Moshe Dayan, durante a “Guerra dos Seis Dias” (© Fondation Gilles Caron)
Junho de 1967, Israel está cercado por inimigos. Tropas hostis se mobilizam nas fronteiras ao sul com o Egito, ao norte com a Síria e a leste com a Jordânia. Governos nacionalistas em toda a região se preparam para um ataque, usando a luta contra o Estado Hebreu como fator de união para a criação de uma Pan-Arábia.
O General Moshe Dayan, Ministro da Defesa de Israel, com sua marca registrada, o tapa-olho cobrindo uma ferida de combate, tem um plano. Em 5 de junho a força aérea israelense lança uma ofensiva surpresa contra as maiores bases aéreas egípcias. Em apenas 3 horas era o fim da força aérea egípcia, antes mesmo que ela tivesse chance de decolar. Simultaneamente, as tropas terrestres de Israel avançam pelo Sinai, enquanto em Jerusalém a Jordânia ataca.
Com total superioridade aérea, Dayan vence a Jordânia em menos de um dia, os empurrando para além do rio Jordão. Ao Sul, a divisão de tanques comandada por Ariel Sharon força os egípcios para o Canal de Suez e ao Norte. E, assim, Israel assume o controle das colinas de Golã, rechaçando os Sírios.
Em apenas 6 dias Israel destruiu todos os seus inimigos imediatos, anexou territórios imensos e conquistou novos inimigos para a eternidade.

3# Von Manstein e a Blitzkrieg
Tropas nazistas na Blitzkrieg (Veja)
Depois do sucesso na invasão da Polônia no início da 2ª Guerra Mundial, as forças nazistas se viraram contra um desafio para o qual eles mesmo se julgavam despreparados: vencer a França, Grã-Bretanha e seus aliados simultaneamente. A solução, segundo Von Manstein, era um ataque motorizado e rápido, no local em que o inimigo era fraco, por onde eles menos esperavam e com tudo o que tinham disponível.
Em 10 de maio a máquina alemã se moveu: tanques, paraquedistas, aviões, blindados avançaram a toda velocidade destruindo o que tinham pela frente. Em 5 dias caíram a Holanda e a Bélgica. Agora restava a França, naquela época com o maior exército do planeta e a linha Maginot, uma fortaleza defensiva de 750km ao longo de toda a fronteira com a Alemanha.
Von Manstein aconselhou Hitler a mover suas divisões de blindados pelas até agora consideradas intransponíveis (e portanto mal defendidas) florestas da região de Ardenne, contornando as defesas francesas e cortando o país em dois enquanto o restante das tropas avançavam pela costa atlântica.
Cerca de 600 mil franceses se renderam e outros 700 mil ficaram aprisionados nas posições de defesa, enquanto milhões de franceses civis caminhavam e puxavam carroças em direção ao Sul, tentando escapar da destruição. Em menos de um mês, a França se rendeu e nasceu a Blitzkrieg.

2# Eisenhower e a invasão da Normandia
Legenda
O desembarque americano na costa da Normandia, conhecido como o Dia D
Omaha, Utah, Sword, Gold e Juno. Esses eram os nomes de código das praias por onde se tentaria em 1944 algo não havia dado certo nos últimos 8 séculos: uma invasão pelo Canal da Mancha.
Uma linha de defesa monumental havia sido erguida pelas forças ocupadoras do 3º Reich para defender a costa francesa, a “Muralha do Atlântico”. Na retaguarda, os alemães mantinham sólidas posições defensivas. Para furar o bloqueio, o General Dwight D. Eisenhower sabia que um ataque maciço, coordenado e executado com perfeição era a única alternativa. Era tudo ou nada.
Depois de meses de preparação e uma bem sucedida campanha de desinformação, levando o inimigo a se posicionar ao norte, chegou o 6 de julho de 1944, o dia mais importante do século XX, o dia D.
De além do horizonte, mais de 1 200 navios abriram fogo contra a costa da Normandia, enquanto 10 mil aviões lançaram bombas e paraquedistas além das linhas inimigas. Pelo mar, apenas na primeira leva 155 mil soldados desembarcaram nas praias sob fogo cerrado. A operação foi um sucesso e ao todo mais de 3 milhões de soldados cruzaram o canal, dando início à libertação da França.

1# Zhukov e a Operação Uranus
Soldados soviéticos defendem Stalingrado (Wikipédia)
Depois de vitórias avassaladoras sobre as forças japonesas na Mongólia e as alemãs em Moscou, o marechal do Exército Vermelho Georgy Zhukov foi enviado para esmagar as forças do 6º exército alemão, comandado pelo General Paulus, que haviam tomado a cidade industrial de Stalingrado.
A operação Uranus posicionou 3 exércitos completos redor da cidade. O plano de Zhukov consistia em um cerco duplo, formando uma linha ofensiva no interior e uma defensiva contra reforços alemães ao exterior. Com o inverno se aproximando, a única maneira de abastecer as forças de Paulus era pelo ar. Hitler teve garantias de seus generais de que seria feito, mas a ponte aérea nunca foi efetiva.
Já em pleno inverno, com o rio Volga completamente congelado, os soviéticos se reabasteceram e fecharam o cerco com mais de 1 milhão de soldados contra o equivalente do lado nazista. Com perdas de 750.000 homens, os alemães famintos, doentes, sem munição ou combustível e sob artilharia pesada, finalmente se renderam, contra as ordens do Fürher, em 2 de fevereiro de 1943.
Georgy Zhukov seguiu comandando o Exército Vermelho até a vitória final em Berlin. (R. A.)

Fonte > EL HOMBRE (iG)/montedo.com